28 de maio de 2015

Pastor Antônio Carlos Costa mostra indignação com a FIFA e as autoridades governamentais




Rio de Paz em protesto contra a Copa em 2014
Sete dirigentes da FIFA foram presos na manhã desta quarta-feira (27), em Zurique, na Suíça, acusados de corrupção.

Entre os presos estão três brasileiros: o ex-presidente da CBF José Maria Marin, José Hawilla e José Marguilies, também conhecido como José Lázaro.

Às vésperas da Copa do Mundo de 2014, a ONG Rio de Paz, liderada pelo pastor Antônio Carlos Costa não poupou esforços para fazer forte oposição à realização do evento esportivo no Brasil.

Hoje, após a notícia da prisão dos representantes da FIFA e do escândalo da organização, o pastor publicou um nota em sua página no Facebook intitulada 'Fifa roubou também o Brasil'.

Indignado, Antônio escreveu que se sentia diante de um problema moral:

"Nossas autoridades públicas investiram fortuna de dinheiro público numa competição esportiva de quatro semanas, oferecendo isenção de impostos tanto à Fifa quanto a todas as empresas patrocinadoras do mega evento. O país das comunidades sertanejas, favelas e que agora está cortando recursos destinados à educação!, ignorou a miséria do povo e mostrou ao mundo as razões pelas quais, historicamente, somos os campeões mundiais em desigualdade social -a incapacidade da classe governante de priorizar o que deve ser priorizado: o pobre."

Em seu texto, o pastor desabafa ao dizer que sua vontade é fixar cartazes em locais públicos das cidades-sede da Copa 2014 e na frente do Palácio do Planalto com a frase: 'Exigimos que a classe governante brasileira peça perdão ao pobre'.

Além dessa, outra faixa em Zurique, no quartel-general da FIFA, escrito: 'FIFA: devolva o dinheiro do povo brasileiro'.

Presidente da ONG Rio de Paz, Antônio Carlos Costa tem por base a Palavra de Deus em busca de uma sociedade mais justa, com a valorização do ser humano.