21 de maio de 2015

Jornalista é morto pelo Estado Islâmico por abandonar a crença e não se arrepender



Jornalista é morto pelo Estado Islâmico por abandonar a crença e não se arrependerPor se tratar de um apóstata, os jihadistas proibiram a família de realizar uma cerimônia fúnebre pela vítima

O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) assassinou a tiros o jornalista iraquiano Faras Yassin, por ter abandonado a crença e não mostrar arrependimento, em Mossul, no Iraque. A informação foi entregue pelo Sindicato de Jornalistas do Iraque nesta quarta-feira (20).

A execução ocorreu na noite de terça-feira (19), no centro de Mossul. O corpo do jornalista foi entregue aos parentes pelo EI nesta manhã, no instituto legista. Por se tratar de um apóstata, os jihadistas proibiram a família de realizar uma cerimônia fúnebre pela vítima.

Conhecido como Faras al Bahr, o jornalista foi capturado na própria casa pelos terroristas, no bairro de Al Qadesiya, em abril.

Antes de Mossul ser dominada pelo EI em junho de 2014, trabalhou ano e meio como produtor no canal de televisão "A Ninawa do Amanhã", propriedade do governador da província de Ninawa - cuja capital é Mossul -, Ezil al Nuyeifi.

Anteriormente, havia trabalhado por cinco anos na televisão por satélite Al Mosuliya, que denunciou as execuções e prisões de jornalistas de Mossul pelos extremistas "de uma maneira terrível, suspeita e preocupante".

Em 27 de abril, os jihadistas assassinaram o jornalista Zaer al Eli, diretor de redação do jornal "Rai al Nas" (a opinião do povo), após ser mantido refém por 20 dias. Os extremistas ainda mantêm sete jornalistas presos.

Por se tratar de um apóstata, os jihadistas proibiram a família de realizar uma cerimônia fúnebre pela vítima

O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) assassinou a tiros o jornalista iraquiano Faras Yassin, por ter abandonado a crença e não mostrar arrependimento, em Mossul, no Iraque. A informação foi entregue pelo Sindicato de Jornalistas do Iraque nesta quarta-feira (20).

A execução ocorreu na noite de terça-feira (19), no centro de Mossul. O corpo do jornalista foi entregue aos parentes pelo EI nesta manhã, no instituto legista. Por se tratar de um apóstata, os jihadistas proibiram a família de realizar uma cerimônia fúnebre pela vítima.

Conhecido como Faras al Bahr, o jornalista foi capturado na própria casa pelos terroristas, no bairro de Al Qadesiya, em abril.

Antes de Mossul ser dominada pelo EI em junho de 2014, trabalhou ano e meio como produtor no canal de televisão "A Ninawa do Amanhã", propriedade do governador da província de Ninawa - cuja capital é Mossul -, Ezil al Nuyeifi.
Anteriormente, havia trabalhado por cinco anos na televisão por satélite Al Mosuliya, que denunciou as execuções e prisões de jornalistas de Mossul pelos extremistas "de uma maneira terrível, suspeita e preocupante".

Em 27 de abril, os jihadistas assassinaram o jornalista Zaer al Eli, diretor de redação do jornal "Rai al Nas" (a opinião do povo), após ser mantido refém por 20 dias. Os extremistas ainda mantêm sete jornalistas presos.