9 de maio de 2015

Cristãos chineses se afastam da igreja por causa de melhorias na economia do país



Cristãos chineses estão se tornando menos interessados no ministério e mais focados em ganhar dinheiro.
Em alguns aspectos, a China está melhorando. A previsão para este ano é que o PIB aumente 7%, e a classe média está se expandindo. Uma quantidade crescente de pessoas dizem que estão satisfeitas com suas condições de vida.
Para os cristãos chineses, a hostilidade diminuiu. Por mais que ainda enfrentem reações contrárias, estão legalmente autorizados a adorar a Deus, e igrejas estão surgindo em todo o país. 
Mas, surpreendentemente, isso não significa que os chineses estejam mais empenhados em fazer obra de Deus. Com a melhoria das condições de vida, o materialismo se tornou um grande problema. Cristãos chineses, que antes vez frequentavam seminários ou faziam cursos bíblicos estão procurando empregos mais lucrativos em grandes cidades, como Pequim.
Diante disso, a organização China Partner (Parceiro da China,  em tradução livre) tem lutado por uma mudança. O grupo missionário pretende ser "formador de formadores" e "discipulador de discípulos." A meta é desenvolver pastores que possam tocar igrejas e executar programas de discipulado para trazer a mensagem do Evangelho aos perdidos na China.
Esta é uma tarefa difícil quando muitos cristãos estão se tornando menos interessados no ministério e mais focados em ganhar dinheiro.
A fim de responder à mudança de mentalidade do povo chinês, o China Partner tem buscado encontrar novos meios levantar discípulos. Os missionários perceberam que os tempos estão mudando, e com a mudança eles precisam mudar a forma de treinar os discípulos.