20 de março de 2015

Record investe R$ 700 mil por capítulo em `Os Dez Mandamentos´




Record investe R$ 700 mil por capítulo em `Os Dez Mandamentos´

Novela vai contar a história de Moisés, desde seu nascimento até a entrada dos hebreus na Terra Prometida

Na próxima segunda-feira (23) a Rede Record estreia sua primeira novela bíblica, “Os Dez Mandamentos”, uma aposta da emissora que custa R$ 700 mil por capítulo.
“A gente tem 28 cenários e sete mil metros de cidade cenográfica com cidade dos hebreus, cidades dos egípcios. Foram 105 dias para construir essa cidade”, revela Anderson Souza, diretor de teledramaturgia da Record.
Além do cenário e figurino, os efeitos especiais serão criados em parcerias com Hollywood, serviços que encarecem o folhetim escrito por Vivian de Oliveira, autora das minisséries bíblicas que se tornaram sucesso no canal de Edir Macedo.
A novela terá 150 capítulos e será dividida em quatro fases para contar a história de Moisés. O personagem principal será vivido por Guilherme Winter e a trama irá narrar desde o nascimento de Moisés até a chegada dos hebreus na Terra Prometida.
No elenco nomes como Gisele Itié, Roger Gobeth, Samara Felippo e muitos outros foram escalados para darem vida aos personagens citados na Bíblia e outros que foram criados para ajudarem a contar a história.

Pastor perde a custódia dos filhos por não levá-los a escola e médico desde que nasceram




Pastor perde a custódia dos filhos por não levá-los a escola e médico desde que nasceram

Segundo os pais, as crianças poderiam ser contaminadas pelo meio secular ao invés de receberem ensinamentos de Deus dentro de casa
Quatro dos sete filhos de uma família cristã do Arkansas, Estados Unidos, que foram removidos da casa dos pais em janeiro, voltaram para casa em tempo integral depois de ficarem por 60 dias do cuidados do Departamento de Serviços Humanos.
A custódia aconteceu porque as crianças não frequentavam médicos nem escolas. Segundo os pais, as crianças poderiam ser contaminadas pelo meio secular ao invés de receberem ensinamentos de Deus dentro de casa.
Os sete filhos de Hal e Michelle Stanley foram retirados de casa em 12 de janeiro, pela polícia depois de uma revista no local. A denúncia revela que depois que nasceram, os filhos nunca visitaram um médico. Além disso, as crianças foram, pela primeira vez, colocados no sistema de ensino público – era o que os pais evitavam para que os filhos não fossem “corrompidos” pelo meio secular. 
Hal Stanley é um pastor batista e dirige a igreja em sua própria casa. A família geralmente adora duas vezes por dia. "Vai ser muito melhor quando estiverem todos em casa", disse Stanley. "Vamos orar e adorar durante todo o dia, se quisermos."

Tailandês é condenado a 18 meses de prisão por pichação contra o rei




Tailandês é condenado a 18 meses de prisão por pichação contra o rei

Ophas Chansuksei, de 67 anos, fez pichação em banheiro de shopping

Um homem de 67 anos foi condenado nesta sexta-feira (20) a 18 meses de prisão por um tribunal militar por ter escrito frases críticas ao rei da Tailândia no banheiro de um shopping center.
Ophas Chansuksei foi condenado a 36 meses de prisão, mas sua pena foi reduzida à metade depois que se declarou culpado.
Uma juíza militar leu rapidamente as mensagens, que não poderão ser reproduzidas na imprensa, nas quais o homem criticava principalmente o chefe da Junta militar, o general Prayut Chan-O-Cha, embora em uma das frases tenha feito referência ao monarca tailandês.
Desde que tomaram o poder através de um golpe de Estado em maio de 2014, os militares fizeram da luta contra o crime de lesa majestade seu cavalo de batalha, em um contexto de grande incerteza ligado à sucessão do monarca Bhumibol Adulyadej, de 87 anos.

Setenta anos depois, Japão e EUA lembram a épica batalha de Iwo Jima




Setenta anos depois, Japão e EUA lembram a épica batalha de Iwo Jima

A batalha de 36 dias deixou 29.000 soldados americanos e japoneses mortos. Neste sábado, autoridades dos EUA e do Japão farão cerimônia em memória das vítimas
Quando Yoshitaka Shindo era um menino, ele não ouviu muito de sua família sobre seu avô Tadamichi Kuribayashi, comandante das tropas japonesas que lutaram e morreram na sangrenta batalha de Iwo Jima. A batalha, em que cerca de 7.000 fuzileiros navais dos Estados Unidos e quase 22.000 japoneses morreram, ficou gravada na memória dos americanos por uma foto da Associated Press em que seis soldados levantam a bandeira no monte Suribachi, na pequena ilha vulcânica de Iwo Jima. Para muitos no Japão, porém, foi por muito tempo uma trágica derrota que era melhor esquecer.
"Os seres humanos não querem falar sobre o que é mais doloroso", disse Shindo, membro do conservador partido governista no Parlamento e ex-integrante do gabinete do primeiro-ministro Shinzo Abe. "Quando criança, disseram-me que o meu avô trabalhou diligentemente para o bem do país e que era uma pessoa muito gentil. Mas, quanto aos detalhes, como o que aconteceu e quando, nem a minha avó nem minha mãe realmente falaram sobre isso".
O ministro da Defesa japonês, Gen Nakatani, e o ministro da Saúde, Yasuhisa Shiozaki, irão participar de uma cerimônia de recordação dos mortos com representantes dos Estados Unidos, no sábado, para marcar o 70º aniversário da épica batalha de 36 dias. O cidadão comum no Japão está agora mais consciente da batalha; em parte por causa do filme Cartas de Iwo Jima, de 2006, dirigido por Clint Eastwood e inspirado por cartas de Tadamichi Kuribayashi à sua família na véspera da batalha.
Mas os anos de silêncio deixaram uma lacuna que torna mais difícil transmitir as experiências da guerra aos japoneses mais jovens. "Meu avô não gostava muito de falar sobre a guerra. À noite, ele gemia durante o sono. Ele gritava, por vezes, e eu achava que era por causa da guerra", disse Atsushi Hirano, de 22 anos, que já viajou a onze campos de batalha, incluindo Iwo Jima, como parte de um grupo que recolhe os ossos de soldados caídos. "Mas eu sempre pensei que não poderia perguntar sobre isso e, então, ele morreu há seis anos. Eu gostaria de ter feito mais perguntas", disse Hirano, que estuda na universidade para se tornar professor de história.
Os 70 anos de Iwo Jima
A pequena ilha de Iwo Jima, que tem formato de uma lágrima, fica 1.000 km ao sul de Tóquio e foi o primeiro pedaço de solo do Japão a ser invadido na II Guerra Mundial. Os EUA queriam usá-la como base para caças de escolta dos bombardeiros B-29 que se dirigiam ao continente japonês. Kuribayashi, que estudou em Harvard e serviu como adido militar nos Estados Unidos, tinha pouca esperança de vitória em um momento em que muitos líderes japoneses sabiam que a guerra estava perdida. "A batalha se aproxima e, exceto quando estou cansado e dormindo, tudo o que eu penso é na luta feroz, em uma morte honrosa, e o que vai acontecer com você e as crianças depois disso", escreveu ele à sua mulher em uma das cartas. Eles tinham três filhos e todos sobreviveram à guerra.

Em suposta gravação, Estado Islâmico assume ataque na Tunísia




Em suposta gravação, Estado Islâmico assume ataque na Tunísia

Militantes mataram 23 pessoas - 20 estrangeiras em museu

O grupo radical Estado Islâmico assumiu nesta quinta-feira (19) a autoria do ataque que deixou 23 mortos - 20 turistas estrangeiros - em Túnis, capital da Tunísia, segundo uma gravação em áudio distribuída online, informou a agência de notícias Reuters.
A gravação elogia os homens que cometeram o ataque e diz que eles eram "cavaleiros do Estado Islâmico" armados com bombas e metralhadoras.
O grupo jihadista, que atua na Síria, Iraque e Líbia, ameaçou a Tunísia com novos ataques.
Descrevendo o atentado contra o museu com um "ataque abençoado contra um dos lares infiéis na Tunísia muçulmana", a voz que lê o comunicado diz que a operação sangrenta foi realizada por "dois cavaleiros do califado, Abu Zakaria al-Tunsi e Abu Anas al-Tunsi."
Eles estavam "armados com armas automáticas e bombas" e "conseguiram cercar um grupo de cidadãos de países cruzados, semeando o terror nos corações dos infiéis".
"O que vocês viram é apenas o começo. Vocês não vão desfrutar de segurança nem paz", continua a gravação.
Prisões
A polícia da Tunísia prendeu dois familiares de Hatem Al-Khashnaoui, militante islâmico suspeito de ter cometido o ataque. Além disso, as forças de segurança do país prenderam quatro pessoas suspeitas de terem ligação direta com o ataque no Museu Bardo, no complexo do Parlamento do país. Outras cinco pessoas que poderiam estar relacionadas à célula que cometeu o ataque também foram detidas, segundo a agência de notícias France Presse.
"O chefe de governo indicou que as forças de segurança conseguiram perder quatro elementos com relação direta com a operação e outros cinco suspeitos de estar relacionado com essa célula", indicou a presidência em um comunicado, sem detalhar a identidade ou o papel dos suspeitos.
Além disso, as autoridades anunciaram que o Exército será mobilizado para proteger as maiores cidades do país, aumentando a segurança após o ataque, de acordo com a Reuters.
“Após uma reunião com as forças armadas, o presidente decidiu que as cidades maiores terão sua segurança feita pelo Exército”, afirmou um comunicado do gabinete do presidente.
O número de turistas estrangeiros que morreram no ataque cresceu para 20, informou o governo do país nesta quinta. Três cidadãos tunisianos também morreram no ataque.
Nesta quarta, as autoridades haviam contabilizado 17 estrangeiros e dois tunisianos mortos, além dos dois suspeitos. As novas vítimas haviam ficado feridas na ação.
Dois homens armados abriram fogo contra um ônibus de turistas no Museu Bardo, que fica no mesmo complexo que o Parlamento, e fizeram reféns no local. Eles foram mortos após horas de operação. O ataque foi o pior realizado no país em mais de uma década.
Os dois homens foram identificados pelo governo como Yassine Abidi e Hatem Khachnaoui, dois nomes tipicamente tunisianos. O porta-voz do ministério do Interior afirmou que "provavelmente" os responsáveis pelo ataque são tunisianos. Um deles seria conhecido das forças de segurança. As autoridades destacaram a possibilidade de que eles teriam dois ou três cúmplices.
Entre os estrangeiros mortos, segundo informações da Tunísia e dos países de origem das vítmas, estão quatro italianos, dois franceses, dois colombianos (um deles com dupla nacionalidade australiana), três japoneses, dois poloneses, dois espanhóis e um britânico. A nacionalidade de quatro pessoas ainda é desconhecida. Eles estavam em um tour de um cruzeiro que havia feito escala no país.
Também morreram três tunisianos, sendo um policial, um motorista de ônibus e o terceiro ainda não identificado. As autoridades locais trabalhavam nesta quinta-feira (19) na identificação das vítimas.
A agência Efe afirma que um brasileiro estaria entre as vítimas, de acordo com fontes consulares latino-americanas. No entanto, a informação não é confirmada oficialmente. Procurado pelo G1, o Itamaraty disse que "não há brasileiros entre as vítimas fatais nem entre os feridos que portavam alguma documentação", segundo averiguou o Encarregado de Negócios do Brasil em Túnis, mas observou que ainda há corpos que não foram identificados. O funcionário também verificou que "não há brasileiros ausentes nos dois cruzeiros de onde procedem as vítimas estrangeiras identificadas", segundo nota.
O premiê tunisiano informou que os atacantes, vestindo uniforme militar, abriram fogo contra os turistas, enquanto estes desciam de ônibus, antes de persegui-los dentro do prédio. Uma centena de turistas estava no museu quando "dois homens ou mais, armados com kalashnikov" lançaram o ataque.
As autoridades informaram que os dois atacantes morreram durante o ataque, no qual 44 pessoas ficaram feridas.
Este ataque terrorista, segundo o ministério do Interior, afeta o país pioneiro da Primavera Árabe que, ao contrário dos demais Estados que viveram movimentos contestatórios em 2011, conseguiu escapar até então da onda de violência ou de repressão.

Espanhóis passaram a noite escondidos em museu atacado




Espanhóis passaram a noite escondidos em museu atacado

Os turistas e um funcionário da instituição se esconderam durante o atentado. Autoridades não explicaram como os três não foram encontrados durante a revista no museu

Dois turistas espanhóis foram encontrados nesta quinta-feira no Museu do Bardo, em Túnis, depois de passar a noite escondidos junto com um funcionário da instituição após o ataque terrorista que deixou 21 mortos e dezenas de feridos. As três pessoas foram levadas para um hospital para passar por exames de rotina. A mãe do funcionário tunisiano confirmou a informação. "Eu pensava que meu filho estava morto. Estou aliviada", disse, sem revelar o nome. As autoridades tunisianas não explicaram como as três pessoas não foram encontradas durante a operação de revista no museu.
As autoridades tunisianas já identificaram dois dos autores do ataque, embora ainda não tenham confirmado vinculação com nenhum grupo jihadista. O primeiro-ministro tunisiano, Habib Essid, explicou nesta quinta em entrevista à emissora de rádio francesa RTL que os terroristas que efetuaram os disparos, e que em seguida foram mortos pelas forças de segurança, são Saber Jachnaui e Yassin Labidi.
Labidi já era conhecido e investigado pelos serviços da inteligência tunisiana, informou o primeiro-ministro, apesar de que "estava assinalado por coisas não muito especiais". O ministro tunisiano das Relações Exteriores, Taieb Baccouche, informou ao canal francês BFM TV que há "três cúmplices detidos e um quarto ainda é procurado". O primeiro-ministro se mostrou convencido que politicamente o país não será afetado pelo massacre, já que "todo mundo se solidariza e estamos na mesma posição", disse em alusão aos diferentes partidos políticos do Parlamento.
No entanto, reconheceu que o impacto econômico é "terrível", porque o ataque aconteceu exatamente no início da temporada turística e "vai agravar os problemas de um setor que já está debilitado". O primeiro-ministro tunisiano lembrou que "este tipo de incidente já aconteceu nas maiores democracias do mundo", e por isso assegurou que, embora as medidas de segurança sejam reforçadas, certas ações sempre vão ser difíceis de controlar. "Isso não vai nos impedir de promover a Tunísia como destino de férias", disse Essid, que também garantiu a segurança dos visitantes de seu país.
Nesta quarta, homens armados com fuzis e trajando roupas militares invadiram o Museu do Bardo na capital da Tunísia e atiraram contra os visitantes. Entre as 21 vítimas fatais, vinte eram estrangeiros. Segundo o ministro da Saúde tunisiano, Said Aidi, treze vítimas, incluindo três japoneses e dois cidadãos franceses, foram identificadas. Aidi confirmou ainda as mortes de três japoneses, dois espanhóis (um homem e uma mulher), um colombiano, um australiano, um inglês, um belga, dois franceses, um polonês e um italiano. O único tunisiano morto no atentado foi um policial que fazia a segurança na entrada do museu.

Eclipse solar é visto no Hemisfério Norte




Eclipse solar é visto no Hemisfério Norte


Fenômeno foi total apenas nas Ilhas Faroe e em Svalbard

A sombra da lua apareceu às 7h41 GMT (4h41 de Brasília) ao sul da Groenlândia, se seguiu para o leste em direção às Ilhas Faroe e a às ilhas norueguesas de Svalbard, onde os hotéis já estavam reservados há anos para o raro fenômeno.
“Eu já vi a aurora, vi algumas erupções de vulcões, mas um eclipse total é ainda a coisa mais espetacular que já vi. E cada um é único”, disse Fred Espenak, astrofísico aposentado da Nasa, que foi a Torshavn, capital das Ilhas Faroe, para o fenômeno.

Avião com 10 a bordo cai em Punta del Este, Uruguai; não há sobreviventes




Avião com 10 a bordo cai em Punta del Este, Uruguai; não há sobreviventes

No avião viajavam piloto, copiloto e 8 passageiros
Um avião com 10 a bordo, que partiu do Aeroporto de Punta del Este, no departamento de Maldonado, no Uruguai, com destino a Argentina, caiu pouco depois de decolar, informou na noite desta quinta-feira (19) a Força Aérea Uruguaia. Ninguém sobreviveu.
"Infelizmente não há sobreviventes da aeronave LV-CEO, modelo B90 Kingair, acidentada em uma área ao norte de Laguna del Sauce", informou a autoridade.
A retirada dos corpos será realizada somente nesta sexta-feira (20), disse o porta-voz do Corpo de Bombeiros, Leandro Palomeque, que chefia a operação de resgate. Sete corpos já foram localizados pelos bombeiros.
Os dois pilotos, homens de 45 e 49 anos de idade, e os oito passageiros - seis homens e duas mulheres, uma delas portuguesa -, com entre 41 e 58 anos, morreram depois que o avião caiu em uma lagoa, próximo a uma margem e a um metro de profundidade, após o avião pegar fogo. As vítimas voltavam de um trabalho em um projeto nessa mesma região.
O tenente da Força Aérea Ñancay Graña, que também participa das tarefas de resgate, disse ao jornal "El Observador" que o fogo atingiu até 80% do avião e que era improvável os ocupantes sobreviverem.
A Força Aérea Uruguai (FAU) divulgou a lista de tripulação e passageiros:
Piloto/Copiloto
Luis Pivida - 59 anos, argentino
Diego Chiaradia - 45 anos, argentino
Passageiros
Mario Barba - 42 anos, argentino
Joanna Mc Cormack - 41 anos, argentina
Alfredo Dietrich - 51 anos, argentino
Carlos De Elias - 56 anos, argentino
Marcelo Zarco - 48 anos, argentino
Horacio Peña - 48 anos, argentino
Luis Gustavo Peña - 58 anos, argentino
Marta Pires Vieira - 41 anos, portuguesa
Segundo a imprensa local, a aeronave é um turbohélice “Beechcraft C 90”.
A prefeitura de Maldonado informou que a queda ocorreu por volta de 20h45.
Equipes de resgate formadas por bombeiros, socorristas, policiais, militares e unidades do Comitê de Emergência estão no local, mas a iluminação deficiente, o difícil acesso aos destroços e o risco de explosões devido ao combustível espalhado pelo local prejudicam o trabalho do grupo.
Testemunhas disseram que o avião se incendiou logo após decolar. O El Observador noticiou que o aparelho pegou fogo após cair. Não há, no entanto, informações oficiais sobre as causas e circunstâncias da queda da aeronave. A fuselagem não foi totalmente destruída, mas foi muito danificada pelo incêndio.
A empresa proprietária da aeronave é a argentina Aviajet S/A e os passageiros são integrantes da La Rural, outra empresa argentina que participa da construção do Centro de Convenções de Punta del Este.
A empresa, dedicada ao planejamento de eventos, confirmou em comunicado que funcionários de sua companhia viajavam no avião.
"Por causa dos fatos de conhecimento público, La Rural confirma com muito pesar que funcionários de sua companhia viajavam no avião que se acidentou ao decolar de Punta del Este", explicou a empresa.
Além disso, La Rural "se encontra em contato permanente com as autoridades do Uruguai para tomar conhecimento detalhado do acidente".

Boko Haram será derrotado em um mês, promete presidente da Nigéria




Boko Haram será derrotado em um mês, promete presidente da Nigéria

Em entrevista à BBC, Goodluck Jonathan, disse estar confiante em vitória
O presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, disse esperar que todo o território tomado pelo grupo militante islâmico Boko Haram seja retomado dentro de um mês.
"Eles estão ficando mais fracos a cada dia", disse ele à BBC.
Mas o presidente - que concorre à reeleição em uma semana - admitiu que a resposta ao avanço inicial dos insurgentes no nordeste da Nigéria foi muito lenta.
O Exército tem, recentemente, reivindicado vitórias sobre o Boko Haram em um conflito que já matou milhares desde 2012.
Seus avanços coincidiram com a expansão da luta contra os militantes, envolvendo as forças armadas do Chade, Níger e Camarões.
O governo do presidente Jonathan tem sido duramente criticado por seu insucesso na luta contra os insurgentes. Ele já disse várias vezes que está virando o jogo contra a Boko Haram - mas os fatos não confirmaram isso.
O presidente adiou a eleição de fevereiro por seis semanas, dizendo que as Forças Armadas precisavam de mais tempo para dar segurança ao país.
Meninas sequestradas
Em uma entrevista exclusiva ao correspondente da BBC Will Ross, na capital Abuja, Jonathan disse: "Estou muito esperançoso de que não levaremos mais de um mês para recuperar os territórios que estão nas mãos do Boko Haram."
No início desta semana, o Exército nigeriano disse que os militantes já não controlavam nenhum centro urbano em Yobe e Adamawa - dois dos três Estados mais afetados no nordeste do país.
O governo já fez afirmações semelhantes no passado.
Recentemente, os militares também afirmaram que o Estado de Borno, o berço do Boko Haram, logo seria liberado.
No entanto, o presidente Jonathan admitiu na entrevista que as autoridades tinham "subestimado" os militantes e que inicialmente não tinham recursos suficientes para combatê-los.
Jonathan disse que novos equipamentos militares, bem como a cooperação com países vizinhos, ajudaram a empurrar os jihadistas para fora das cidades e vilarejos.
O presidente também disse que as autoridades continuarão a busca pelas 219 alunas sequestradas de Chibok pelo Boko Haram no ano passado.
A eleição presidencial na Nigéria está marcada para 28 de março

Cristãos chineses são libertados da prisão




Cristãos chineses são libertados da prisão

China é o 29º país na Classificação a Perseguição Religiosa 2015

Três cristãos chineses, que foram presos injustamente após proteger a cruz em um ataque à sua igreja, foram libertados da prisão. O incidente ocorreu durante uma onda de destruição ilegal de igrejas realizada pelo governo.
Os três cristãos, de Wenzhou, na província costeira de Zhejiang, foram libertados da prisão no dia 6 de março. Enquanto isso, dois cristãos de outras partes de Wenzhou permanecem sob custódia da polícia. Os cinco foram detidos durante a campanha de perseguição contra igrejas protestantes e católicas de toda a província, em que mais de 425 igrejas receberam notificações de demolição e, em muitos casos, tiveram suas cruzes removidas ou os templos foram destruídos.
Ou Jinsi, Ji Qingcou e Ji Qingcao, da Igreja Yazhong, foram liberados de suas sentenças de 136 dias, 62 dias e 57 dias de detenção, respectivamente.
A Igreja Yazhong recebeu uma notificação do secretário da cidade em 15 de agosto de 2014, ordenando que a igreja removesse a cruz até o final de agosto. Além disso, o governo da cidade instalou três câmeras de vigilância em um cruzamento que leva à igreja.
Diante disso, líderes da igreja pediram que alguns de seus membros, um dos quais Ou Jinsi, guardassem a cruz dia e noite. Jinsi foi detido quando tentava impedir que um funcionário do governo destruísse a cruz. Vários meses depois, os outros homens foram detidos quando tentavam negociar com os funcionários. Os três foram acusados de "reunir uma multidão para perturbar a ordem pública" e "obstruir negócio oficial".
Lin, um membro da Igreja Yazhong, disse à agência de notícias China Aid que os cristãos foram absolvidos de suas acusações e que eles anteriormente se recusaram a assinar declarações de confissão ou pagar fiança, porque não são culpados.
"Durante todo o processo, o que o governo fez foi ilegal", disse ele. "Temos vídeos que podem ser usados como prova. O governo não pode pressionar as igrejas assim. Nós até apresentamos uma petição às autoridades superiores; eles libertaram os detidos, como resultado de nossa solicitação. Nós, inclusive, contratamos advogados".
Quando perguntado se os três cristãos planejavam processar o governo, Lin disse que eles ainda estão considerando a questão, mas que devem manter a situação como está se o governo não tomar quaisquer outras ações. Ele acrescentou que o governo não conseguiu remover a cruz.

Como será a segunda vinda de Jesus Cristo?




Jesus prometeu aos Seus discípulos que Ele regressaria de novo. A Bíblia diz em João 14:1-3 “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos tomarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.”
Os anjos prometeram que Jesus viria de novo. A Bíblia diz em Atos 1:10-11 “Estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles apareceram dois varões vestidos de branco, os quais lhes disseram: Varões galileus, por que ficais aí olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi elevado para o céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir.”
Como regressará Jesus? A Bíblia diz em Lucas 21:27 “Então verão vir o Filho do homem em uma nuvem, com poder e grande glória.”
Quantos o verão quando Ele vier? A Bíblia diz em Apocalipse 1:7 “Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até mesmo aqueles que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim. Amém.”
Que veremos e ouviremos quando Ele voltar? A Bíblia diz em 1 Tessalonicenses 4:16-17 “Porque o Senhor mesmo descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos seremos arrebatados juntamente com eles, nas nuvens, ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor.”
Quão visível vai ser a Sua Vinda? A Bíblia diz em Mateus 24:27 “Porque, assim como o relâmpago sai do oriente e se mostra até o ocidente, assim será também a vinda do filho do homem.”
Como nos preveniu Jesus para que não sejamos enganados sobre a Sua Segunda Vinda? A Bíblia diz em Mateus 24:23-26 “Se, pois, alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! ou: Ei-lo aí! não acrediteis; porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios; de modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. Eis que de antemão vo-lo tenho dito. Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto; não saiais; ou: Eis que ele está no interior da casa; não acrediteis.”
Alguém sabe a hora exata da Sua vinda? A Bíblia diz em Mateus 24:36 “Daquele dia e hora, porém, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, senão só o Pai.”
Sabendo quão humano é adiar tudo, que nos diz Cristo que devemos fazer? A Bíblia diz em Mateus 24:42 “Vigiai, pois, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor.”
Como nos preveniu Jesus para que não sejamos surprendidos por este acontecimento? A Bíblia diz em Lucas 21:34-36 “Olhai por vós mesmos; não aconteça que os vossos corações se carreguem de glutonaria, de embriaguez, e dos cuidados da vida, e aquele dia vos sobrevenha de improviso como um laço. Porque há de vir sobre todos os que habitam na face da terra. Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que hão de acontecer, e estar em pé na presença do Filho do homem.”
Porquê que Jesus está demorando tanto? A Bíblia diz em 2 Pedro 3:8-9 “Mas vós, amados, não ignoreis uma coisa: que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia. O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; porém é longânimo para convosco, não querendo que ninguém se perca, senão que todos venham a arrepender-se.”
Enquanto esperamos por Jesus, como devemos viver a nossa vida? A Bíblia diz em Tito 2:11-14 “Porque a graça de Deus se manifestou, trazendo salvação a todos os homens, ensinando-nos, para que, renunciando à impiedade e às paixões mundanas, vivamos no presente mundo sóbria, e justa, e piamente, aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus, que se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniqüidade, e purificar para si um povo todo seu, zeloso de boas obras.”
Como estará o mundo quando Jesus regressar? A Bíblia diz em Mateus 24:37-39 “Pois como foi dito nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos; assim será também a vinda do Filho do homem.”
Será a Vinda de Cristo uma altura para recompensas? A Bíblia diz em Mateus 16:27 “Porque o Filho do homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos; e então retribuirá a cada um segundo as suas obras.” A Bíblia diz em Apocalipse 22:12 “Quem é injusto, faça injustiça ainda: e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, santifique-se ainda.”
Porquê Jesus regressará? A Bíblia diz em Hebreus 9:28 “Assim também Cristo, oferecendo-se uma só vez para levar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação.”
Na Segunda Vinda de Cristo, finalmente teremos a completa realidade da nossa salvação. A Bíblia diz em 1 Coríntios 1:7-8 “De maneira que nenhum dom vos falta, enquanto aguardais a manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual também vos confirmará até o fim, para serdes irrepreensíveis no dia de nosso Senhor Jesus Cristo.”

A Babilônia na Profecia Bíblica




Thomas Ice


“Ai! Ai! Tu, grande cidade, Babilônia, tu, poderosa cidade! Pois, em uma só hora, chegou o teu juízo” (Ap 18.10).

Será que a Bíblia tem algo a dizer sobre o papel a ser desempenhado pela Babilônia no futuro? A Babilônia mencionada na Bíblia tem alguma relação com o Iraque de nossos dias?


Essas questões podem ser solucionadas respondendo à seguinte pergunta: todas as referências bíblicas à Babilônia devem ser interpretadas literalmente ou não? Eu creio que sim. O Dr. Charles Dyer declara:

A Bíblia menciona o termo Babilônia mais de duzentas e oitenta vezes, e muitas dessas referências dizem respeito à futura cidade de Babilônia que será edificada na areia fina do atual deserto.[1]

Na verdade, depois de Jerusalém, Babilônia é a cidade mais citada em toda a Bíblia. Mas qual será o seu destino profético? Para entendermos esse assunto de maneira adequada, precisamos iniciar a nossa viagem explorando o passado da Babilônia, já que os fatos relacionados ao seu nascimento prestam auxílio no esclarecimento de seu papel futuro.
O Passado de Babilônia

A antiga cidade de Babilônia começou imediatamente após o Dilúvio e simboliza a expressão da rebelião direta do homem contra Deus e contra a Sua ordem: “Sede fecundos, multiplicai-vos e enchei a terra” (Gn 9.1b). Portanto, o reinado humano começou na Babilônia com uma rebelião clara e evidente contra Deus. O Senhor interveio e espalhou a humanidade rebelde confundindo seus idiomas. O nome “Babel” foi dado à cidade de Ninrode, por causa da sentença de Deus sobre seus habitantes (Gn 11.1-9). O Dr. Dyer explica:

Babel foi a primeira tentativa de unificação da humanidade para causar um curto-circuito no propósito de Deus. Essa primeira cidade pós-diluviana foi projetada expressamente para frustrar o plano de Deus relativo à humanidade. As pessoas buscavam unidade e poder, e Babel deveria ser a sede governamental desse poder. Babilônia, a cidade feita por homens, que tenta se elevar até o céu, foi construída em direta oposição ao plano de Deus.[2]

A Babilônia estava novamente em primeiro plano no sexto século antes de Cristo[3] quando Deus enviou o Reino do Sul de Israel (Judá) para os setenta anos de cativeiro. Foi nessa época que Daniel recebeu de Deus muitas de suas visões proféticas. Nessas revelações, a Babilônia foi o primeiro dos quatro grandes impérios que se levantaram durante os “tempos dos gentios” (Dn 2 e 7). A história revela que a Babilônia sofreu um declínio até o segundo século depois de Cristo, quando ficou deserta. Essa cidade soterrada sob as areias do tempo durante os últimos mil e setecentos anos recomeçou sua ascensão no século passado. Espere mais um pouco e você verá a Babilônia tornando-se uma força religiosa, comercial e politicamente dominante no mundo, pois os capítulos 17 e 18 de Apocalipse predizem sua destruição, mas, para ser a cidade que essas profecias projetam, Babilônia precisa ser reconstruída em grande escala, voltando a ser como nos dias de Nabucodonosor.
O Futuro de Babilônia

Como a Babilônia desempenhou um importante papel no passado, também já está agendado por Deus – segundo foi revelado na profecia – que ela desempenhará um papel central no futuro. Ela se tornará, provavelmente, a capital do Anticristo durante os futuros sete anos de tribulação, conforme retratado na série de ficção Deixados para Trás de Tim LaHaye e Jerry Jenkins.

A Babilônia foi a cidade mais importante do mundo por quase 2000 anos, e a Bíblia nos diz que será reerguida e colocada no palco mundial do fim dos tempos para representar um papel de destaque (Ap 14.8; Ap 16.19; Ap 17 e Ap 18). A profecia referente ao final dos tempos exige que a Babilônia seja reconstruída e se torne uma cidade importante aos interesses mundiais durante a Tribulação. O texto de Isaías 13.19 diz: “Babilônia, a jóia dos reinos, glória e orgulho dos caldeus, será como Sodoma e Gomorra, quando Deus as transtornou”. O contexto de Isaías 13 é “o Dia do Senhor”, expressão mais utilizada no Antigo Testamento para o termo largamente conhecido como “Tribulação”. Além disso, no passado a Babilônia foi conquistada por outros povos mas nunca foi destruída num cataclismo (ou seja, “como Sodoma e Gomorra, quando Deus as transtornou”). Atualmente a [região de] Babilônia tem aproximadamente 250.000 habitantes. O texto de Apocalipse 18.16,19 fala de uma súbita destruição pela mão de Deus: “Ai! Ai! da grande cidade,... porque, em uma só hora, foi devastada!” O Dr. Arnold Fruchtenbaum declara:

As profecias referentes à cidade de Babilônia nunca se cumpriram no passado, o que qualquer enciclopédia pode testificar. Para que as profecias bíblicas se cumpram, é necessário que a cidade de Babilônia seja reconstruída na mesma área de outrora. A antiga Babilônia é o atual Iraque.[4]

A Babilônia tem um importante papel na história futura, mas será totalmente destruída num determinado momento ainda por vir.

Em Apocalipse 17-18 Babilônia é citada como sendo a fonte da religião, do governo, e da economia ímpios. Todos os aspectos injustos da sociedade do fim dos tempos são, finalmente, derivados de uma fonte babilônica. O verdadeiro caráter de Babilônia é revelado a João em Apocalipse 17.5 como um mistério assim descrito:

“BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA”.

Como a mãe de todas as religiões falsas, Babilônia é a fonte onde nasce o falso cristianismo de nossos dias e, certamente, durante a Tribulação. Todas as correntes do cristianismo apóstata – catolicismo romano, as igrejas ortodoxas do Oriente e o protestantismo liberal – vão convergir na Babilônia eclesiástica (Ap 17) durante a Tribulação. O Dr. Dyer nos informa:

...em Apocalipse 17 João descreve a visão em duas partes. A primeira parte fala de uma mulher identificada como Babilônia. Simboliza uma cidade de extrema riqueza que controla – “povos, multidões, nações e línguas” (Ap 17.15). Ela é literalmente a cidade de Babilônia reconstruída.[5]

Esses povos, multidões, nações e línguas vão continuar sua tarefa de enganar, mas sofrerão o juízo de Deus durante e no final da Tribulação. Encontramos o mesmo parecer sobre Babilônia e a descrição de um destino semelhante em Apocalipse 18 referindo-se à Babilônia comercial.
Uma Babilônia Literal

Ao longo da história da Igreja, grande parte dos intérpretes da Bíblia pensava que essa Babilônia fosse um tipo de palavra-código referente a alguma entidade como o Império Romano, o catolicismo romano, o cristianismo apóstata ou mesmo os Estados Unidos ou a Inglaterra. Entretanto, creio que, assim como o termo “Israel” na Bíblia sempre se refere a Israel, o termo “Babilônia” sempre se refere à Babilônia.

Em primeiro lugar, creio que o livro de Apocalipse é uma grande estação central para onde convergem todas as profecias bíblicas referentes ao futuro. O Dr. Fruchtenbaum explica esse fato da seguinte maneira:

As profecias do Antigo Testamento estão espalhadas pelos livros de Moisés, de vários profetas e pelos livros históricos. Seria impossível desenvolver qualquer seqüência cronológica dos eventos mencionados nessas profecias. O valor do livro de Apocalipse não está no fato de oferecer novas informações, mas em ordenar as profecias do Antigo Testamento em seqüência cronológica, possibilitando determinar a ordem dos eventos.[6]

Quando se estuda o que Deus declara acerca da Babilônia no livro de Apocalipse, obviamente vemos que essas profecias não se cumpriram em acontecimentos passados e, portanto, terão seu cumprimento em eventos futuros. Os capítulos 17 e 18 de Apocalipse, que falam sobre a Babilônia, fazem muitas alusões a ela citando profecias do Antigo Testamento como Isaías 13 e 14, Jeremias 50 e 51 e Zacarias 5.5-11.[7] A única interpretação plausível para um literalista é que as referências são à “Babilônia às margens do Eufrates”.[8] O Dr. Robert Thomas prossegue, dizendo:

...no dia vindouro, predito nas páginas dessa profecia, essa cidade se tornará o foco central de todo o sistema religioso que se opõe decididamente à verdade da fé cristã. O sistema religioso prosperará durante algum tempo, exercendo influência sobre as instituições comerciais e políticas de sua época, até que a Besta e os dez reis determinem que esse sistema já não tem qualquer utilidade para seus propósitos. Eles, então, o desmantelarão.[9]

A Babilônia de Apocalipse é literal e, por conseguinte, as profecias a seu respeito hão de se cumprir literalmente no futuro, talvez em um futuro próximo.
Uma “Exegese de Jornal”?

Os preteristas, como Gary DeMar, por exemplo, zombam da perspectiva de voltar a existir uma Babilônia reconstruída no futuro e desempenhando um papel na profecia do fim dos tempos. “Será que deveríamos esperar uma reconstituição de Babilônia no futuro, tendo por base os eventos descritos no livro de Apocalipse?”, pergunta DeMar. “A Babilônia de Apocalipse é a mesma Babilônia do Antigo Testamento?... De jeito nenhum”.[10] DeMar acredita que aqueles que vêem uma correlação entre os eventos atuais e a preparação feita por Deus para o futuro período de Tribulação estão desenvolvendo uma “exegese de jornal”. Diz ele que estamos “lendo a Bíblia pela lente dos acontecimentos atuais”.[11] Porém, eu argumento que ocorre exatamente o contrário.

Os intérpretes literalistas da Bíblia há muito tempo têm ensinado que Israel deve retornar à sua terra antes da Tribulação, fundamentados na sua compreensão do cronograma profético. Isso aconteceu com o estabelecimento do Estado de Israel em 1948. Os judeus estão de volta à sua terra e posicionados para cumprir o seu destino quando a Tribulação começar. No passado, antes de 1948, os intérpretes literalistas não se baseavam naquilo que os jornais diziam para crer no que a Bíblia profetizava. Pelo contrário, eles criam que Israel seria restaurado porque a Bíblia assim o dizia. O que realmente acontece é que Deus está cumprindo Suas profecias perante um mundo observador e os jornais apenas relatam os fatos. Se a convicção de que Deus cumpre o que diz tivesse sido uma espécie de “exegese de jornal”, antes de 1948 não teríamos começado a proclamar a nossa certeza de que Israel seria restabelecido. Contrariando essa “exegese de jornal”, os estudiosos da Bíblia já proclamavam o retorno de Israel à sua terra como um evento futuro centenas de anos antes que ocorresse.

Por semelhante modo, estudiosos da profecia também têm ensinado, há muitos anos, que haverá um ressurgimento do Império Romano e que a cidade de Babilônia será reconstruída, já que essas entidades desempenharão um papel específico durante o futuro período da Grande Tribulação. Antes que Saddam Hussein subisse ao poder, Charles Dyer concluiu a sua tese de mestrado no Seminário Teológico de Dallas (em maio de 1979) falando da futura reconstrução de Babilônia. Bem antes de seu tempo, um significativo grupo de estudiosos da Bíblia argumentava “em alto e bom som” que a Bíblia prediz uma futura reconstrução da cidade de Babilônia às margens do Rio Eufrates [ou seja, a idéia de uma Babilônia reconstruída não é tão nova].

Em minha biblioteca limitada encontrei uma porção de autores que, baseados em Apocalipse 17 e 18, ensinaram a respeito de uma futura Babilônia. Nesse grupo estão incluídos: B. W. Newton (1853),[12] G. H. Pember (1888),[13] J. A. Seiss (1900),[14] Clarence Larkin (1918),[15] Robert Govett (1920),[16] E. W. Bullinger (1930),[17] William R. Newell (1935),[18] F. C. Jenings (1937),[19] David L. Cooper (1942)[20] e G. H. Lang (1945).[21] Tenho certeza que muitos outros poderiam ser acrescentados a essa lista.
Conclusão

Visto que uma Babilônia literal terá uma função na Tribulação vindoura, é razoável que os conflitos no Iraque, embora não sejam um cumprimento da profecia bíblica, sem dúvida posicionam a Babilônia para a sua iminente tarefa. Será muito interessante observarmos quais serão os desdobramentos disso e que reflexões podemos fazer quanto à sua influência ou não na preparação do palco para a Tribulação. Maranata! (Thomas Ice - Pre-Trib Perspectives - http://www.chamada.com.br)

Biografia de Moisés




Biografia de Moisés

Nome: Moisés (em hebraico, Moshe - em egípcio, Mósis).

Época do acontecimento: Por volta de 1500 anos antes de Cristo.

Moisés foi um profeta israelita da Bíblia hebraica (conhecida entre os cristãos como antigo testamento), da tribo de Levi. De acordo com a tradição judaico-cristã, Moisés foi o autor dos 5 primeiros livros do antigo testamento - Pentateuco (Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio), também de alguns Salmos e do livro de Jó. É encarado pelos judeus como o seu principal legislador e um de seus principais líderes religiosos. Para os muçulmanos, Moisés (em árabe. Musa, موسى) foi um grande profeta.

Moisés foi adotado pela filha do Faraó e educado na corte como um príncipe do Egito. Aos 40 anos, após ter matado um feitor egípcio, é obrigado a partir para exílio, a fim de escapar da pena de morte. Fixa-se na região montanhosa de Midiã, situada a leste do Golfo de Aqaba. Quarenta anos depois, no Monte Horebe, é finalmente "comissionado pelo Deus de Abraão" como o "Libertador de Israel". Ele conduziu o povo de Israel até ao limiar de Canaã, a terra prometida a Abraão, e ali Moisés morreu.

Significado de seu nome: Em egípcio, significa "filho". Para os judeus, significa "retirado das águas".
Êxodo: 2. 10 - E, quando o menino já era grande, ela o trouxe à filha de Faraó, a qual o adotou; e chamou-lhe Moisés, e disse:Porque das águas o tenho tirado.

Local de Nascimento: Egito - Época em que os Hebreus estavam sendo escravizados pelos egípcios Êxodo 1. 8-22
Êxodo 2. 1-10 - O nascimento de Moisés
E foi um homem da casa de Levi (Anrão) e casou com uma filha de Levi (Joquebede). E a mulher concebeu e deu à luz um filho (Moisés); e, vendo que ele era formoso, escondeu-o três meses. Não podendo, porém, mais escondê-lo, tomou uma arca de juncos, e a revestiu com barro e betume; e, pondo nela o menino, a pôs nos juncos à margem do rio. E sua irmã (Miriã) postou-se de longe, para saber o que lhe havia de acontecer. E a filha de Faraó (Hatshepsut - mãe adotiva de Moisés) desceu a lavar-se no rio, e as suas donzelas passeavam, pela margem do rio; e ela viu a arca no meio dos juncos, e enviou a sua criada, que a tomou. E abrindo-a, viu ao menino e eis que o menino chorava; e moveu-se de compaixão dele, e disse: Dos meninos dos hebreus é este. Então disse sua irmã (Miriã) à filha de Faraó: Irei chamar uma ama das hebréias, que crie este menino para ti? E a filha de Faraó disse-lhe: Vai. Foi, pois, a moça, e chamou a mãe (Joquebede) do menino. Então lhe disse a filha de Faraó: Leva este menino, e cria-mo; eu te darei teu salário. E a mulher (Joquebede) tomou o menino, e criou-o. E, quando o menino (Moisés) já era grande, ela (Joquebede) o trouxe à filha de Faraó (Hatshepsut), a qual o adotou; e chamou-lhe Moisés, e disse: Porque das águas o tenho tirado.

Tempo de Vida: 120 anos
Deuteronômio 34. 7 - Era Moisés da idade de cento e vinte anos quando morreu; os seus olhos nunca se escureceram, nem perdeu o seu vigor.

Local da sua Morte: Monte Nebo, Planície de Moabe
Deuteronômio 34. 1-6 - Então subiu Moisés das campinas de Moabe ao monte Nebo, ao cume de Pisga, que está em frente a Jericó e o Senhor mostrou-lhe toda a terra desde Gileade até Dã; E todo Naftali, e a terra de Efraim, e Manassés e toda a terra de Judá, até ao mar ocidental; E o sul, e a campina do vale de Jericó, a cidade das palmeiras, até Zoar. E disse-lhe o Senhor: Esta é a terra que jurei a Abraão, Isaque, e Jacó, dizendo: À tua descendência a darei; eu te faço vê-la com os teus olhos, porém lá não passarás. Assim morreu ali Moisés, servo do Senhor, na terra de Moabe, conforme a palavra do Senhor. E o sepultou num vale, na terra de Moabe, em frente de Bete-Peor; e ninguém soube até hoje o lugar da sua sepultura.

Família: Coatitas, descendentes de Coate filho de Levi que era filho de Jacó e de Lia. Levi: Em hebreu significa "devoto, unido".
Êxodo: 6. 16 - E estes são os nomes dos filhos de Levi, segundo as suas gerações: Gérson, Coate e Merari;


Pai: Anrão, filho de Coate Êxodo 6. 18.

Mãe: Joquebede que significa "o Senhor é glória". Joquebede ou Yochéved, foi esposa e tia de Anrão.
Êxodo 6. 20 - E Anrão tomou por mulher a Joquebede, sua tia, e ela deu-lhe Arão e Moisés (Miriã): e os anos da vida de Anrão foram cento e trinta e sete anos.

Avô: Coate, 2º filho de Levi Gênesis 46. 11.

Esposa: Ziporá, ou Seforá (em hebraico tzipora).
Êxodo 2. 21-22 - E Moisés consentiu em morar com aquele homem (Jetro); e ele deu a Moisés sua filha Zípora, a qual deu à luz um filho, a quem ele chamou Gérson, porque disse: Peregrino fui em terra estranha.

Filhos: Gérson e Eliézer.
Êxodo 18. 2-4 - E Jetro, sogro de Moisés, tomou a Zípora, a mulher de Moisés, depois que ele lha enviara, com seus dois filhos, dos quais um se chamava Gérson; porque disse: Eu fui peregrino em terra estranha; E o outro se chamava Eliézer; porque disse: O Deus de meu pai foi por minha ajuda, e me livrou da espada de Faraó.

Irmãos: Miriã e Aron (Aron ou Arão - 1º Sumo Sacerdote de Israel - Êxodo 28).
Números 26. 59 - E o nome da mulher de Anrão era Joquebede, filha de Levi, a qual nasceu a Levi no Egito; e de Anrão ela teveArão, e Moisés, e Miriã, irmã deles.

Sogro: Jetro - Êxodo 3. 1 - Êxodo 4. 18 - Êxodo 18. 1-5. Também chamado Reuel no livro de Êxodo 2. 18-21. Em Árabe: Shoaib "quem mostrou a verdadeira senda", foi um profeta do Islão mencionado no Alcorão. Ele é tradicionalmente associado com a figura bíblica chamada de Jetro, e acreditava ser descendente direto de Abraão, como Moisés.

Cunhado: Hobabe, filho de Jetro Números 10. 29

Sobrinhos: Nadabe, Abíu, Eleazar e Itamar
Êxodo 6. 23 - E Arão tomou por mulher a Eliseba, filha de Aminadabe, irmã de Naasson; e ela deu-lhe Nadabe, Abiú, Eleazar e Itamar.

Mãe adotiva de Moisés: Hatshepsut - Era a quinta governante egípcia da XVIII Dinastia, filha de Tutmosis I e da rainha Ahmose. Como era comum nas famílias reais do Egito Antigo, Hatshepsut casou-se com seu meio-irmão, Tutmosis II, que tinha um filho de outra mulher. Quando Tutmosis II morreu, em 1479 a.C., seu filho, Tutmosis III, foi nomeado para o trono. Mas Hatshepsut tornou-se regente porque o herdeiro era criança. Os dois governaram juntos até 1473 a.C., quando Hatshepsut declarou-se faraó. Vestida como homem, ela administrou a nação com total apoio do alto sacerdote de Amon, Hapuseneb, e de outros dignitários do reino. Hatshepsut morreu em 1458 a.C., quando Tutmosis III liderou uma revolta para reaver seu trono faraônico. Hatshepsut foi enterrada no vale das Rainhas em Luxor - Egito. O Templo de Hatshepsut foi projetado pelo arquiteto do reino, Senen-Mut, que era ministro e, possivelmente, amante da rainha. A construção é composta de três terraços, cujas paredes são adornadas com belos relevos. Algumas dessas obras ainda estão conservadas em suas cores originais.

Deus somente usou a Hatshepsut, para acolher a Moisés, adotando-o e impedindo que satanás o matasse. Mas sabemos que Hatshepsut, foi uma rainha egípcia pagã. Era guerreira, forte, governou o Alto e o Baixo Egito se vestindo de homen e sendo retratada em muitas pinturas dos templos com barba e cajado. Seu templo chamado “templo dos dez mil anos” chama-se Deir-el-Bahari, fica em Luxor, e o obelisco, um dos maiores do Egito, se encontra em Karnac. Nas quatro caras do obelisco, Hatshepsut mandou desenhar mensagens impondo e consagrando o seu nome a Horus e Amon. Na cara norte, foi traduzido o seguinte: "Horus, uma mulher jovem de anos, poderosa de KA, senhora das duas terras, MAAT KA RA, constrói este belo monumento, que ficara por milhões de anos unido á vida, a estabilidade e ao poder, em homenagem a Amon-Ra, deus dos deuses". Na cara leste, tem algumas das mesmas inscrições com acréscimo do nome do pai de Hatshepsut: Tutmosis I, que diz: "…pela majestade deste deus, e de acordo com ele, se erguem dois obeliscos, para que a majestade viva eternamente iluminando as duas terras” Na cara oeste, as mesmas declarações dizendo que são dois obeliscos maiores como não tem outros na terra. Foi feito por Hatshepsut, a quem é dada a vida eterna como Rá. Na cara sul, MAAT KA RA imagem brilhante de Amon, senhora do circuito do disco solar, poder e alegria perante a vida de Hatshepsut, amada deAmon-Ra, deus dos deuses, a quem é dada vida eterna. Quando Tutmosis III assumiu o trono, mandou destruir quase todas as lembranças da rainha faraó.

19 de março de 2015

Igreja Universal promove encontro com pastores de outras igrejas no Templo de Salomão




Igreja Universal promove encontro com pastores de outras igrejas no Templo de Salomão
A Igreja Universal do Reino de Deus promoveu uma reunião no Templo de Salomão com representantes de diversas igrejas evangélicas, incluindo pentecostais e tradicionais.

Dentre os presentes, haviam representantes de igrejas históricas, como Batistas, pentecostais, da Quadrangular, e neopentecostais de comunidades diversas.


O bispo Edir Macedo conduziu o encontro, e durante seu sermão leu a passagem bíblica de Mateus 23:16,17: “Ai de vós, guias cegos, que dizeis: ‘quem jurar pelo santuário, isso é nada; mas, se alguém jurar pelo ouro do santuário, fica obrigado pelo que jurou!’ Insensatos e cegos! Pois qual é maior: o ouro ou o santuário que santifica o ouro?”.


Nesse contexto, Macedo disse que Jesus se dirigia aos religiosos de sua época, que agiam na contramão do que pregavam.


“Quando a pessoa tem amor por Deus, ela está ligada a Ele. Não podemos ver o Senhor Jesus, fisicamente, mas, por conta da Sua Palavra, que é Espírito, nada neste mundo nos tira dessa fé. Se um rapaz não tem um amor profundo por sua esposa, obviamente se uma mulher mais atraente aparecer, ele logo vai descobrir que não amava a sua esposa o suficiente. É o brilho nos olhos. O mesmo acontece com as pessoas na Igreja com relação a Deus”, comentou Macedo.


Segundo informações do site da denominação, o bispo Macedo ainda frisou que “enquanto você estiver no altar, você nunca cairá em tentação” e acrescentou: “Não queremos que você deixe a sua denominação. Eu incluo sempre os servos de Deus nas minhas orações, eu oro por vocês porque quanto mais almas vocês ganharem, melhor é para o Senhor Jesus”.


O responsável pela organização do evento, bispo Inaldo Silva, afirmou que o propósito do evento é estreitar os laços com as demais denominações evangélicas: “Trata-se de uma reunião entre igrejas de diversas denominações, em que o objetivo é entender que, apesar de termos liturgias diferentes e pensarmos, muitas vezes, de maneiras diferentes, isso não nos impede de andarmos juntos, uma vez que somos filhos do mesmo Pai”.



Um dos pastores que compareceram ao evento, Alcemir Pantaleão, 52 anos, líder da Igreja Evangélica Peniel, de Vitória (ES), comentou a experiência: “Eu compreendo o contexto histórico de Israel e da construção dessa réplica do Templo de Salomão, e vivencio a unidade do encontro de hoje. O que nos une é maior do que o que nos faz diferentes. Deus é a base da nossa fé”, resumiu.

Autor da biografia “Nada a Perder”, de Edir Macedo, escreverá livro com a história de Andressa Urach




Autor da biografia “Nada a Perder”, de Edir Macedo, escreverá livro com a história de Andressa Urach
A modelo Andressa Urach, convertida à Igreja Universal do Reino de Deus e contratada pela TV Record, vai ter sua história contada em um livro, e o escritor responsável será Douglas Tavolaro, vice-presidente de Jornalismo da emissora e autor da trilogia biográfica do bispo Edir Macedo, “Nada a Perder”.


Andressa, ex-vice Miss Bumbum, quase perdeu a vida por causa de seu culto ao corpo. Devido a uma infecção decorrente da aplicação de hidrogel nas coxas, a modelo chegou a ficar internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).


O livro sobre Andressa Urach vai contar a trajetória da modelo até a internação para remoção do líquido de suas pernas e glúteos, e sua conversão e batismo na denominação fundada por Edir Macedo, segundo informações do jornalista Daniel Castro, do site Notícias da TV.


“O jornalista já teve vários encontros com Andressa. Trabalha atualmente com uma equipe de apoio do jornalismo da Record, que faz pesquisas, entrevistas e redige textos. A estrutura é a mesma que Tavolaro teve para escrever Nada a Perder 1, 2 e 3, que já venderam mais de 4 milhões de exemplares […] A ideia da igreja (e da Record) é que o livro de Andressa Urach se transforme em uma grande obra de propaganda da Universal, atraindo mentes em conflito. Na obra, a ex-participante de A Fazenda irá falar de sexo, drogas e de sua conversão à Universal”, escreveu Castro.


Andressa Urach confirmou, através de seu perfil no Instagram, que vai contar sua trajetória e as artimanhas a que recorreu para alcançar a fama: “Através do meu livro, vou confessar ‘todos meus pecados’ diante dos homens, pois não tenho vergonha dessa Andressa que já morreu e pertence ao passado. E que minha vida seja um exemplo de transformação como da água para o vinho! O mundo saberá a minha verdadeira história!”, escreveu.
Macumba


Na última segunda-feira, 16 de março, Andressa participou do programa Fala Que Eu Te Escuto, na Record, e contou ao bispo Clodomir Santos que já havia recorrido à macumba para alcançar seus objetivos.




“Fiz um ritual para um cara de quem eu gostava, mas era casado e eu era a amante. Pedi para que ele não sentisse nenhum prazer na relação com a mulher dele. Ele dizia que sentia nojo da mulher, e aí eu via que estava funcionando. Quem chegava e falava que não gostava de mim, eu já pedia para ‘amarrar’, fazia macumba. Fiz macumba uma vez para uma menina que também fez macumba para mim, e ela ficou 60 dias sem falar”, contou a nova convertida.


De acordo com seu depoimento, ela chegou a gastar muito dinheiro com os “trabalhos” encomendados: “A cada R$ 1000 que eu ganhava, dava uma [garrafa de] champanhe para ela. Dei quase um apartamento com os trabalhos da pomba-gira. Tomava banho de champanhe na encruzilhada, banho de mel, banho de pipoca para abrir os caminhos. Também fiz rituais que sacrificavam animais, comprava língua, cérebro, coração, o que a senhora que fazia os trabalhos pedia, eu fazia”, resumiu.

Malafaia critica novela Babilônia e diz que “a Globo é a maior patrocinadora do homossexualismo”




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O teor de algumas cenas do primeiro capítulo da novela Babilônia, quando duas personagens idosas trocaram beijos e carícias, foi alvo de críticas severas nas redes sociais por parte dos evangélicos. E o pastor Silas Malafaia pegou o bonde das reclamações.

O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) publicou um pequeno artigo afirmando que “a Rede Globo é a maior patrocinadora da imoralidade e do homossexualismo no Brasil”.


Para Malafaia, Babilônia é apenas mais um produto de uma emissora que faz defesa das práticas homossexuais há muito tempo: “A Globo mais uma vez estreou uma novela que é bem peculiar ao que ela vem fazendo há anos. Entra novela e sai novela é uma verdadeira apologia ao homossexualismo e a todo o tipo de perversão moral”, disparou Malafaia.


A cena que mais causou burburinho foi protagonizada pelas atrizes Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg. Antes da estreia do folhetim, Montenegro já previa críticas: “Teremos demonstrações de afeto, e os conservadores vão ter de nos aturar”, disse a atriz.


Silas Malafaia não poupou as já previstas críticas: “Nos EUA, que é o país mais democrático do mundo, não existe nenhuma possibilidade que entre às 21h e 22h horas, quando ainda muitas crianças e adolescente estão acordados, a televisão mostre a imoralidade como a TV brasileira mostra. O Brasil está confundindo liberdade com libertinagem. Toda sociedade que não tem limites se autodestrói”, comparou.


O pastor destacou ainda que “a mídia tem um papel fundamental na construção de valores e na maneira que um grupo social vive”, e por isso, os exemplos seriam fundamentais: “A Rede Globo tem contribuído para a destruição de valores morais fundamentais para o bem-estar da sociedade, isso é uma afronta a família, uma afronta às crianças e aos adolescentes”.


Por fim, fez um paralelo entre o título dado ao folhetim e a emissora: “O nome da novela – Babilônia – representa muito bem o que tem sido a Rede Globo, um instrumento de podridão moral. E espero, que como a antiga Babilônia, que eles se autodestruam”, pontuou.