22 de fevereiro de 2015

O governo começou a permitir cultos restritos em 1944


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O histórico da família de Victor e questões atuais com liberdade religiosa na Rússia levantam questionamentos se incidentes relatados por evangélicos nos EUA podem ser chamados de perseguição.
Em um post recente no blog da Conveção Batista do Sul, em Arlington, Texas, uma mãe escreveu que seu filho estava sendo perseguido após seu professor de ensino médio ter pedido para ele largar sua bíblia durante um tempo de leitura independente.
As reivindicações de perseguição dos evangélicos americanos ecoam aquelas das minorias religiosas, como as Testemunhas de Jeová, que levaram casos à Suprema Corte, na década de 40, para proteger sua liberdade religiosa, observou James Hudnut-Beumler, professor de história religiosa americana na escola de divindade da Universidade de Vanderbilt.
Mas é um exagero chamar o que ocorre hoje nos EUA de perseguição, especialmente em comparação com a Rússia, Iraque ou Síria, disse Hudnut-Beumler.
“Os EUA é um dos locais da Terra mais amigáveis à religião”, disse ele.
Após suas experiências, Victor disse que chamaria as experiências negativas dos critãos americanos de “discriminação”, ao invés de perseguição.
No geral, ele disse que se sentiu animado pelas igrejas amplas e movimentadas “com cômodos para tudo”. Ele também disse que estava mais interessado em conhecer os ministérios sociais das igrejas às pessoas sem teto, em prisões e em outros locais, para levar essas lições para casa.
Ele também gostaria de duplicar esforços cooperativos entre os governos e as igrejas para prover serviços de base religiosa para os russos com necessidades.