27 de setembro de 2015

Cristãos podem ser representados politicamente


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Com as eleições programadas para novembro, os cidadãos de Mianmar lembram que, em 2010, o partido de oposição foi boicotado. Como ele continua sendo visto como a esperança do país de mudar a política espera-se que dessa vez seja o vencedor.

Mas o analista da Portas Abertas, adverte: "Essas eleições terão jogadores fortes e o exército já anunciou regras que proíbem quaisquer debates sobre o papel dos soldados em Mianmar e também o questionamento sobre a atual Constituição. Atualmente, 25% dos assentos estão reservados para as Forças Armadas do país”.

Ainda segundo o analista, além do Exército, o outro jogador influente é Ba Ma Tha, uma organização composta por monges budistas nacionalistas. Eles celebraram sua vitória de ter introduzido com sucesso as “leis sobre a proteção da raça e da religião", com eventos de âmbito nacional, demonstrando assim o seu nível generalizado de organização e seu poder.

De acordo com os relatórios da Portas Abertas: “Um terceiro jogador pode sair dos grupos étnicos, já que eles têm várias dezenas de partidos culturais que podem fazer a balança inclinar. O governo tenta chegar a um acordo de paz provisório antes das eleições, em um aparente esforço para ganhar votos adicionais. Como várias dessas minorias étnicas são minorias cristãs consideráveis (chegando a ser maioria em alguns casos), o resultado dessas eleições pode ser decisivo para a igreja em Mianmar”.

Tensões crescentes na Malásia podem afetar minoria cristã



Enquanto a Malásia comemorava seu 58º aniversário, no final de agosto, e o governo estava em clima de festa, do outro lado o povo testemunhava grandes encontros de oposição e diversas manifestações. Não houve relatos de confrontos violentos, mas uma clara convicção de que os cidadãos estão insatisfeitos.

Relatórios da Portas Abertas observam: "Foi uma surpresa de aniversário para o governo ver que até mesmo o antigo primeiro-ministro da Malásia, Mohammad Mahathir, conhecido como Dr. M, com seus 90 anos, apareceu no encontro de oposição dos "camisas amarelas" pedindo para o atual primeiro ministro, Najib Razak`s, sair”.

A polícia não declarou oficialmente os números, mas é possível que cerca de 250 mil pessoas tenham comparecido ao encontro, com a presença de muitos chineses que vivem no país. Isso levou o governo a anunciar uma segunda reunião, com os "camisas vermelhas", a fim de ameaçar os chineses, dizendo que eles merecem uma lição, alegando que eles estão sendo rudes com os malaios.
A reivindicação do Dr. M deixou claro que a democracia pede uma prestação de contas ao governo e que os eleitores precisam se expressar de quatro em quatro anos. Levando em conta que muitos dos cidadãos chineses na Malásia são cristãos e se a política estiver contra eles, as igrejas sentirão também as consequências.

Povos indígenas são convertidos ao cristianismo


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O nordeste da Índia é etnicamente diferenciado do restante do país, mantendo laços culturais com a Ásia Oriental e o Sudeste Asiático. Basicamente, a região contém sete estados-irmãos: Arunachal Pradesh, Assam, Manipur, Meghalaya, Mizoram, Nagaland e Tripura. Os povos indígenas que vivem nessas regiões são tratados como “diferentes”, muitas vezes até chamados de “resto da Índia”.

Em Manipur, na fronteira de Mianmar, onde houve atividades missionárias, os povos Hill, Naga, Kuki e alguns outros já foram convertidos ao cristianismo. Mas nesse ano, a Assembleia Legislativa do estado aprovou três projetos de lei com o objetivo declarado de "salvar a cultura, tradição, identidade e estrutura demográfica dos povos indígenas”.

Os grupos militantes tribais chamam essa iniciativa de “legalizar a marginalização dos povos indígenas". Eles reagiram violentamente e durante um confronto, pelo menos 9 pessoas morreram e 20 ficaram feridas. A polícia informou que multidões tribais atearam fogo às casas de altos funcionários do governo, incluindo o ministro da Previdência Social à Família e o comitê do presidente. Eles alegaram que o governo está traindo seu próprio povo e que não os representa.

Os observadores estão prevendo um confronto étnico e religioso, se o governo não conseguir lidar com a situação. Testemunhas relataram que homens armados correram para os confrontos e abriram fogo contra os manifestantes. Levantou-se a suspeita de que a população de meiteis (grupos radicais de Manipur) esteja trabalhando para o governo. Um pastor cristão tribal, que pediu para não ser identificado, expressou temor, dizendo: "Isso pode causar perseguição e derramamento de sangue, para nós cristãos minoritários e povos tribais".

29 de maio de 2015

Evangelismo criativo alcança milhões pelas redes sociais





Evangelismo criativo alcança milhões pelas redes sociaisO Ministração Criativa, ministério que aposta em ações criativas e inusitadas para levar a Palavra de Deus a todos os lugares está comemorando um ano de seu primeiro e mais conhecido vídeo, “Acharam que seria mais um pedido de esmola”. O vídeo, lançado em 24 de maio de 2014 se tornou viral e atingiu milhares de pessoas, sendo compartilhado inúmeras vezes pelas redes sociais.

“Perdemos a conta de quantos canais no YouTube baixaram e reproduziram nosso vídeo. Sem falar nos compartilhamentos no Facebook e do próprio WhatsApp, pois este é o meio preferido dos jovens hoje em dia”, conta Nonay Foralskelse, codinome de Aellionay Sousa Andrade, líder do ministério.

Ele explica que o foco do ministério é o evangelismo. “A mensagem é para fazer as pessoas refletirem e impactar seja com vídeos ou ministrações”, explica Nonay. “Queremos que esse conteúdo atinja o maior número de pessoas possível – nos lugares onde não podemos ir, a mensagem chega virtualmente”, conclui.

Os números do vídeo são realmente impressionantes para um ministério iniciante. Somente em um canal do YouTube do pastor e deputado federal Marco Feliciano, uma reportagem sobre o vídeo feita pela Rede Fonte TV alcançou 17 milhões de visualizações. No canal do Ministração Criativa, foram mais 600 mil visualizações, mas isso é só a ponta do iceberg de um fenômeno que se tronou impossível de ser quantificado.

O vídeo “Acharam que seria mais um pedido de esmola” atravessou fronteiras alcançando diversos países, como Itália, Havaí, Estados Unidos e Reino Unido. Nesses locais, foram colocadas legendas no idioma correspondente e houve exibição nas igrejas locais. “Vidas foram salvas, libertas e transformadas pela mensagem que o vídeo transmitiu. E mesmo após um ano, muitas vidas continuam sendo impactadas pela mensagem de amor e esperança que só Cristo traz”, destaca Nonay.

Impacto

O ministério possui 15 vídeos produzidos, todos de cunho evangelístico. O mais recente foi o audiovisual produzido dentro de um coletivo de nome “Você aceita?”. Na ação criativa, bombons foram oferecidos aos passageiros, em seguida uma mensagem evangelística era falada.

Segundo Nonay, o processo de criação do conteúdo das mensagens e mesmo o roteiro é desenvolvido debaixo de muita oração e segundo a vontade de Deus. “Fico um tempo em oração e meditando na Palavra e peço a Deus de que forma Ele quer que eu faça, aí me vem a ideia. Já houve ocasiões em que eu tive a ideia e quis montar, já estava tudo preparado, mas Deus me deu um dia antes outra visão e mudou tudo”, conta.

Apesar de novo, o ministério tem planos de grande alcance. “Queremos nos tornar referência em evangelismo criativo”, diz Nonay. O ministério já realizou cerca de 100 ministrações em todo o país, e sua próxima empreitada é uma missão evangelística junto aos ribeirinhos da região amazônica.

Advocacia Geral da União diz que presença da Bíblia em escolas não ofende a laicidade do Estado



Advocacia Geral da União diz que presença da Bíblia em escolas não ofende a laicidade do Estado
As leis estaduais que exigem a manutenção de exemplares da Bíblia Sagrada nas escolas públicas não ferem o princípio de Estado laico, segundo a Advocacia Geral da União (AGU).

O posicionamento da AGU sobre o tema se deu porque a Procuradoria-Geral da República (PGR) moveu uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) no Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar leis de quatro estados que preveem a obrigatoriedade da presença de exemplares da Bíblia Sagrada no acervo de escolas e bibliotecas públicas.

As ações, movidas pelo procurador-geral Rodrigo Janot, pretendiam derrubar leis do Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, de Mato Grosso do Sul e do Amazonas sobre o tema.

A AGU apresentou o parecer ao STF defendendo que as legislações atuais em vigor “não ofendem o direito à liberdade de expressão, de pensamento e de crença religiosa, nem tornam o Estado promotor de uma religião específica”, segundo o jornalista Felipe Marques, assessor da AGU.

Os advogados observaram que a Bíblia é o livro mais lido do mundo, e portanto, é de interesse público que ela seja mantida ao alcance da população por sua “extraordinária dimensão histórica” que a “constitui como fonte de informação universal, geral, religiosa, filosófica, literária”.

O principal argumento usado pela Secretaria-Geral de Contencioso (SGCT), órgão da AGU, é que o princípio de laicidade estatal não pode ser confundido com uma “inimizade com a fé”, destacando que o Estado laico deve ser visto “como um vetor da liberdade de expressão, que não afasta completamente o Estado da crença religiosa”.

A SGCT frisou ainda em seu parecer que na Constituição Federal, o princípio de laicidade do Estado funciona como um impedimento da existência de uma relação de aliança ou dependência do Poder Público e qualquer crença religiosa, e uma prova disso é que a própria carta magna prevê a possibilidade de colaboração entre o Estado e instituições religiosas em prol do interesse público.

No entender da entidade, “o laicismo exacerbado, como ocorre, ainda hoje, na França, em que é vedada a utilização nas escolas públicas de símbolos religiosos considerados ostensivos” é rejeitado pelo ordenamento jurídico brasileiro: “A liberdade religiosa constitui uma especificidade da liberdade de pensamento e, como tal, está umbilicalmente ligada ao princípio da dignidade humana, que não se pode ter como respeitado onde não seja assegurada a plena liberdade religiosa”, pontou.

Fuzileira naval se recusa a retirar versículo da mesa de trabalho e é condenada



"Toda arma forjada contra mim não prosperará", diziam os versículos impressos.
Uma fuzileira naval dos Estados Unidos foi processada por se recusar a retirar um versículo bíblico que foi impresso para ser colado em seu computador. Agora, advogados de um instituto que lutam pela liberdade religiosa assumiram o caso.

Monifa Sterling foi condenada no ano passado por não seguir as ordens de um sargento. Na época do incidente, em maio de 2013, ela estava trabalhando no Campo Lejeune, na Carolina do Norte. Ela colou versos da Bíblia em três lugares diferentes, que diziam: "Toda arma forjada contra mim não prosperará."

"Se o governo pode pedir a um fuzileiro naval para não exibir um versículo da Bíblia, eles poderiam também tentar pedir para não fazer uma tatuagem religiosa, ou ir à igreja no domingo", disse o advogado do Instituto Liberdade Michael Berry. "Restringir o livre exercício da religião de um fuzileiro naval é inconstitucional."

Por outro lado, o Tribunal de Apelações dos Estados Unidos para as Forças Armadas considerou que a Lei de Restauração da Liberdade Religiosa não se aplica a este caso, já que exibir um versículo da Bíblia "não constitui um exercício religioso", mas sim uma "oposição à boa ordem e disciplina."

No entanto, foi dada a liberdade a todos os fuzileiros de decorarem suas mesas, mas os tribunais não permitiram que a prova fosse admitida, segundo a Fox News.

"Nossos fuzileiros são treinados para lidar com as pessoas mais hostis do mundo. Eu não acho que eles tenham medo de palavras em um pequeno pedaço de papel", argumentou o advogado Hiram Sasser, do Instituto Liberdade.

Dois pastores presbiterianos podem ser condenados à morte no Sudão




Igreja Presbiteriana no SudãoDois pastores presbiterianos estão enfrentando uma provável pena de morte República do Sudão. O Rev. Yat Michael e o Rev. Peter Yen Reith da Igreja Evangélica Presbiteriana do Sudão do Sul foram acusados de espionagem e blasfêmia, embora a igreja tenha dito que eles estão sendo perseguidos por sua fé cristã, bem como outros pastores no país dominado pelo islamismo.

"Isto não é algo novo para a nossa igreja", diz o Rev. Tut Kony, pastor da Igreja Evangélica Presbiteriana do Sudão do Sul. "Quase todos os pastores foram para a prisão sob o governo do Sudão. Temos sido apedrejados e espancados. Isto habitualmente acontece para abalar a Igreja. Não estamos surpresos. Esta é a forma como lidam com a igreja por aqui".

Michael e Reith foram inicialmente detidos sem acusação formal em Dezembro de 2014 e novamente em janeiro (2015), segundo a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos informou nesta terça-feira (26). A igreja tem estendido a mão para organizações de direitos humanos pedindo-lhes para falar aos pastores e exortar o governo do Sudão a respeitar as minorias religiosas.

David Curry, CEO da Portas Abertas nos EUA disse que os pastores - ambos casados e com filhos - podem ser condenados à pena de morte.

"Estou com medo de que eles executem esses pastores por simplesmente praticarem sua fé cristã", disse Curry, de acordo com a Fox News.

Se não forem condenados à morte, os pastores ainda podem enfrentar outras sentenças severas, como a prisão perpétua, ou 40 chicotadas.

O Sudão encontra-se em sexto lugar na lista dos países onde os cristãos enfrentam o maior perseguição por sua fé, elaborada e atualizada pela Missão Internacional Portas Abertas.

O governo islâmico do Sudão condenou à morte a cristã Meriam Ibrahim em 2014, por se casar com um cidadão cristão americano, mas depois de muita pressão internacional decidiu absolver das acusações a mulher que chegou a ser presa ainda grávida e teve sua filha na prisão.

A mãe cristã que se recusou a negar sua fé em Cristo - apesar da intensa pressão feita por funcionários da prisão - se mudou para os EUA e tornou-se um símbolo de fé, superação e da luta pela preservação da liberdade religiosa em todo o mundo.

A Igreja Presbiteriana pediu os cristãos orem pela libertação dos pastores Michael e Reith. Os cristãos agora compõem apenas uma pequena minoria no Sudão e recebem muito pouca proteção.

Um grande número de igrejas católicas e protestantes em Cartum foram destruídas ou confiscadas pelas autoridades desde que o Sudão do Sul anunciou a sua independência, enquanto o presidente sudanês, Omar al-Bashir prometeu fazer do Sudão um "Estado islâmico totalmente operado pela mais estrita interpretação da Lei Sharia".

Comentando o caso dos pastores presos, Rev. Kony disse, no entanto, que os líderes - bem como o restante dos cristão no Sudão - continuam confiando em Deus.

"Eles passaram cinco meses na cadeia e se isto se exceder em mais um ano, ainda sabemos que Deus vai intervir, e eles serão liberados porque não cometeram nenhum crime", afirmou.

Curry observou que a vida está ficando mais difícil para os cristãos no Sudão.

"Neste caso em particular, sentimos que as acusações são forjadas. Estes são apenas bons cidadãos que praticam sua fé cristã, mas o governo sudanês está usando qualquer tática possível para empurrar o cristianismo fora do mercado local e fora da vida diária, e, infelizmente, eles estão tendo algum sucesso", disse ele.

Em novo vídeo do Estado Islâmico, refém aparece cavando a própria cova antes de ser decapitado



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Mais um vídeo com refém foi divulgado nesta semana pelo Estado Islâmico. Desta vez, o refém aparece cavando a própria cova antes de ser decapitado por um jihadista.

A informação é um grupo que monitora a ação do Estado Islâmico na Síria e no Iraque.

Com uniforme laranja, comum nos vídeos do grupo, o refém aparece nas imagens usando uma picareta e uma pá para cavar o terreno de um ambiente de deserto que, segundo os jihadistas, é aos arredores de Damasco.

Antes de ser executado, o refém diz que trabalhava como espião. Depois de um corte no vídeo, ele aparece ajoelhado na frente de um combatente islâmico e depois, jogado na cova com a cabeça em cima de seu peito.

Esse é mais um dos diversos vídeos já divulgados pelo Estado Islâmico em que reféns são executados, entre eles muitos cristãos.

Essa e outras ações recentes do grupo mostram que as informações de que o grupo estava enfrequecido podem ser apenas boatos.

A Igreja deve permanecer em oração em favor das pessoas que são vitimadas pelos jihadistas.

Idosa cristã é queimada viva pelo Estado Islâmico por não aceitar o islamismo



Mais de 200 mil pessoas fugiram de aldeias assírias como a chegada do EI.

Uma idosa cristã de 80 anos foi queimada viva pelo grupo terrorista Estado Islâmico, por se recusar a cumprir as regras do islamismo, segundo informações de Sa'ed Mamuzini, representante do Partido Democrata Curdo em Mosul, Iraque.

Segundo Mamuzini, os moradores que testemunharam o ato de tortura afirmaram que "a mulher foi morta por não cumprir as leis estritas do Estado Islâmico".

A mulher residia na aldeia assíria de Karamlis, que foi tomada pelo EI ano passado. Nessas aldeias, o grupo deu às minorias religiosas quatro opções: se converter ao islamismo, pagar um alto imposto, deixar a terra, ou ser morto.

Mais de 200 mil pessoas fugiram de aldeias assírias como a chegada do EI, de acordo com a Agência Internacional de Notícias. A maioria dos que permaneceram nas aldeias eram idosos ou pessoas fisicamente incapazes de fugir.

Outros casos

Uma jovem de 20 anos foi queimada viva pelo EI depois de se recusar a realizar um "ato sexual extremo" na última segunda-feira (18), de acordo com informações de Zainab Bangura, representante das Nações Unidas.

"Eles cometem estupros, escravidão sexual, prostituição forçada e outros atos de extrema brutalidade", afirmou Bangura. "Temos lutado para entender a mentalidade das pessoas que cometem tais crimes."

Em outro caso, uma adolescente de 17 anos foi morta por se recusar a ler o Alcorão, enquanto estava sendo estuprada. Depois da recusa, os militantes despejaram água fervente sobre seu corpo, e a vítima não resistiu.

Pastor Victor Bet-Tamraz pede oração pelo seu próximo julgamento




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Nos próximos dias, o pastor Victor será convocado para o tribunal para que seu caso seja ouvido. Ele tem tido dificuldades para encontrar um advogado disposto a ajudá-lo em sua defesa. Isso porque, após algumas defesas de cristãos perante o tribunal, alguns advogados têm experimentado uma reação hostil das autoridades.


No dia 26 de dezembro do ano passado, funcionários de segurança do governo invadiram a casa do pastor Victor e realizaram uma busca minuciosa, confiscando Bíblias, celulares e documentos de identidade pertencentes às pessoas que se reuniam para comemorar o Natal. Todos os presentes foram presos e libertados pouco tempo depois, mas o pastor Victor, que é de origem cristã assíria, e dois outros cristãos (de origem muçulmana), Amin e Kavian, foram levados para a prisão de Evin, onde foram mantidos em confinamento solitário. 

Os dois cristãos detidos juntamente com o pastor Victor, Amin e Kaviyan, foram libertados sob fiança há pouco mais de um mês. Inicialmente, as autoridades não aceitaram a fiança para libertar o pastor Victor. No entanto, no primeiro dia de março, ele recebeu a liberdade condicional. O valor da fiança foi bem alto e sua família teve de apresentar títulos de propriedade para atender às condições exigidas. 

Pedidos de oração

Por um advogado adequado, que esteja disposto a defendê-lo no tribunal.

Pelo juiz que irá analisar o seu caso, ore para que seja alguém temente a Deus.

Pelo pastor Victor e sua família, que eles sejam capazes de continuar firmes na fé e tenham sabedoria e paciência.

Peça por proteção de Deus para como aqueles que fazem sua obra.

Por que devo orar pela Eritreia?




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Com base na frase dita pelo Irmão André, fundador da Portas Abertas, convidamos você a orar pela Eritreia, 9º país da Classificação da Perseguição Religiosa 2015.

Informações, dados e conhecimento sobre a Eritreia
A população eritreia é dividida em 40% de cristãos e 60% de muçulmanos. Lá, existem três vertentes do cristianismo: igrejas históricas registradas, ex-muçulmanos e os cristãos independentes. A hostilidade das autoridades locais chegou ao ponto de um funcionário do governo declarar certa vez, em público, que há três inimigos que precisam ser erradicados do país: o vírus da Aids (HIV), o regime da Etiópia e os cristãos independentes.

Pelo que posso orar?


Há 10 mil prisioneiros de consciência detidos em prisões eritreias.
Pelo menos 1.500 cristãos estão presos em condições verdadeiramente desumanas.
Desde maio de 2002, todas as igrejas evangélicas estão fechadas e precisam de autorização para funcionar.
Grupos cristãos que não pertençam às igrejas oficiais são presos e detidos sem julgamento ou acusação, podendo ser torturados e até mortos.
Torturas são abundantes em centros de detenção, há prisioneiros mantidos em contêineres de metal, celas subterrâneas e ao ar livre no deserto, cercados por arames farpados ou espinhos.

"Não os deixarei órfãos; Eu voltarei para vocês." Jo 14.18
Apesar das dificuldades, perseguições e grande sofrimento, um líder eritreu, cujo nome não pode ser divulgado por motivo de segurança, disse à Portas Abertas: "Logo que me trouxeram preso, pensei que o diabo havia prevalecido sobre a igreja e sobre mim. Mas não levou sequer um dia para que o Senhor me mostrasse que ele é um Deus soberano e que controla todas as coisas, inclusive aqui na prisão. Ele está nos protegendo. Louvado seja o seu poderoso nome!"



Como posso ajudar um cristão perseguido que conheci pela internet?




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Talita* checava o seu perfil no Facebook quando se deparou com uma pessoa desconhecida que lhe pedia para ser adicionada ao seu grupo de amigos na rede social. Ela achou interessante e começou a trocar mensagens com a pessoa.

Esse indivíduo, que se apresentou com o nome de Ahmed, dizia ser da Arábia Saudita, e Talita logo compartilhou sobre Jesus e o evangelho com ele. Ahmed se mostrou interessado e disse que não tinha contato com cristãos, mas que gostaria muito de poder ir a uma igreja. Quando Talita lhe disse que havia cristãos na Arábia Saudita, Ahmed não acreditou. Para convencê-lo, ela falou com ele sobre o ministério da Portas Abertas.

O rapaz (Talita logo descobriu que ele tem 27 anos de idade) ficou bastante animado e perguntava se Talita poderia lhe informar o endereço de alguma igreja na Arábia Saudita, para que ele pudesse ir ao culto. Como ela não possuía tal informação, entrou em contato com a Portas Abertas Brasil, pedindo o contato de algum cristão ou igreja para passar ao Ahmed.

Perfis falsos
Esse relato pode parecer singular, mas acontece com mais frequência do que se pode imaginar. O escritório da Portas Abertas Brasil recebe todo mês alguns e-mails que relatam histórias parecidas com a da Talita.

Infelizmente, nem todas as pessoas nas redes sociais são quem dizem ser. Alguns parceiros foram enganados por pessoas que se diziam cristãos perseguidos, os quais pediam ajuda para comprar passagens aéreas e fugir do país. No fim, não passavam de hackers que invadiram os e-mails e perfis desses parceiros nas redes sociais na tentativa de obter acesso à sua conta bancária.

É verdade que não se pode saber quem está mentindo ou dizendo a verdade na internet. Assim, siga a sábia orientação de Salomão em Provérbios 14.15: "O inexperiente acredita em qualquer coisa, mas o homem prudente vê bem onde pisa". A cautela e a prudência são louvadas na Palavra de Deus, mostrando que agir com cuidado não significa ser insensível nem ter pouca fé.

Seja cauteloso ao usar as redes sociais


Não compartilhe imediatamente qualquer informação, seja na internet, seja no celular. Verifique primeiro se ela é procedente, pesquisando o assunto na internet ou entrando em contato conosco.
Ao ser abordado por alguém que diz precisar de ajuda, use o bom senso. Não se deixe levar pela emoção. Pergunte como a pessoa chegou até você, verifique se o tipo de ajuda que ela quer é lícito ou ilícito.
Jamais exponha seus dados na internet. Seu e-mail, número de telefone e até o número da sua conta no banco são informações preciosas que, se caírem em mãos erradas, podem lhe trazer muitos problemas.

Ore!
A oração é sempre mais eficaz que qualquer outra ajuda. Se alguém pedir sua ajuda, ore primeiro, pedindo discernimento do Espírito Santo sobre como proceder.

*O nome verdadeiro foi alterado para preservar a identidade da pessoa.


Fonte Revista Portas Abertas

28 de maio de 2015

Por recusar participar de 'ato sexual extremo', menina foi queimada viva pelo Estado Islâmico




Jihadistas do Estado Islâmico
Zainab Bangura, Representante Especial do Secretário Geral das Nações Unidas sobre a Violência Sexual em Conflitos, afirma que centenas de mulheres foram sequestradas por jihadistas do Estado Islâmico para serem escravas sexuais na cidade de Raqqa, na Síria.

Essas vítimas são consideradas as 'virgens mais bonitas'. De acordo com Zainab, uma delas, ainda jovem, se recusou a participar de um 'ato sexual extremo' e foi queimada viva pelo grupo.

"Eles (Estado Islâmico) comentem estupros, escravidão sexual, prostituição forçada e outros atos de extrema brutalidade. Nós ouvimos um caso de uma menina de 20 anos que foi queimada viva por se recusar a realizar um ato sexual extremo", conta a representante da ONU.

Essas mulheres são despedidas e obrigadas a passar por testes de virgindade antes de serem vendidas. Três ou quatro meninas são levadas por cada comprador que vende-as novamente quando se cansam delas.

A organização Human Rights Watch afirma que o Estado Islâmico tem realizado 'crimes sexuais sistemáticos' contra mulheres e meninas no Iraque.

Lembrando que muitas dessas vítimas pertencem a minorias religiosas. A Igreja precisa orar para que todas elas, cristãs ou não, sejam alcançadas pela misericórdia de Deus.

Papa Francisco afirma que a divisão entre católicos e protestantes é "obra do diabo"




Francisco tem se tornado conhecido por discursos que divergem do que a sociedade tinha visto com relação ao catolicismo até então.O Papa Francisco disse recentemente que é 'o próprio demônio' que mantém os evangélicos, católicos e cristãos de outras denominações divididos e rejeitou a noção de que é herético a acreditar que todos os cristãos são um só.

"A divisão é o trabalho do 'Pai da Mentira", "o Pai da Discórdia", que faz todo o possível para nos manter divididos", disse Francisco em uma mensagem de vídeo para um encontro patrocinado pelo 'Movimento João 17', de acordo com a 'Catholic Herald'.

"Eu me sinto como se dizesse algo que pode soar como controverso, ou até mesmo herético, talvez", acrescentou. "Mas há alguém que 'sabe' que, apesar de nossas diferenças, nós somos um. É ele que está nos perseguindo. É ele quem está perseguindo os cristãos de hoje, aquele que está nos 'ungindo' com o sangue de martírio".

Francisco acrescentou que o diabo "sabe que os cristãos são discípulos de Cristo, que eles são um, que eles são irmãos! Ele não se importa se são evangélicos, ortodoxos, luteranos, católicos ou apostólicos ... ele não se importa! Eles são cristãos".

O líder da Igreja Católica Romana insistiu que a divisão é algo que 'arde', bem como uma ferida.

"A divisão é uma ferida no corpo da igreja de Cristo. E nós não queremos que essa ferida permaneça aberta", disse ele, pedindo para os cristãos a procurem a unidade juntos e orem uns pelos outros.

O vídeo foi compartilhado pelo 'Movimento João 17', em Phoenix, inspirado pela passagem na Bíblia em que Jesus ora pela unidade dos seus discípulos.

O movimento diz em seu site oficial que a sua visão é para os cristãos a responderem à oração final de Jesus.

"Na véspera da Sua morte, Ele implorou: 'Pai, que todos os que crêem em mim sejam um, para que o mundo saiba que você me enviou'. Este último fundamento permanece como a direção estratégica de maior autoridade para os seguidores de Jesus", diz o Movimento.

Aproximação
Esta não foi a primeira vez que Francisco demonstrou uma vontade de aproximar-se de protestantes. No início deste mês de maio (2015), ele encontrou-se com pastores de diversas denominações em Caserta (província italiana, da região da Campania).

“Entre as pessoas que perseguiram os pentecostais também houve católicos, disse Bergoglio na ocasião. Eu sou o pastor dos católicos e peço perdão por aqueles irmãos e irmãs católicos que não compreenderam e foram tentados pelo diabo”, declarou Francisco.

Fato é que a divisão entre católicos e protestantes se faz por diferenças visíveis na compreensão de conceitos bíblicos, como a graça divina, salvação e até mesmo ter Jesus como único mediador, o que acaba gerando espaço para a idolatria dentro do catolicismo.

Fotógrafo registra casal orando antes do casamento e foto faz sucesso na internet




A foto de um casal segurando as mãos em oração antes de dar início à cerimônia de casamento, registrada pelo fotógrafo Dwayne Schmidt, se tornou sucesso na internet depois de ser publicada no Facebook do profissional.

Caleb Earwood, um fuzileiro naval dos Estados Unidos, queria um momento para orar com sua noiva, Maggie, antes da cerimônia de casamento no sábado. A cerimônia estava prestes a começar em Asheville, na Carolina do Norte, e Caleb foi orientado a ir até um quarto onde Maggie estava se preparando para o casório.

Então o casal deu as mãos, um sem ver o outro, para não quebrar a tradição de a noiva ser vista pelo noivo apenas no altar. "Eles me esconderam em uma sala, ele subiu as escadas, estendeu a mão e eu a segurei", disse Maggie.

Caleb orou pelo casamento, pedindo que sua união seja forte o suficiente para servir de exemplo a outros jovens casais, e Maggie não conteve as lágrimas. "Isso me tocou, saber que nós sentimos a mesma coisa por Deus. Ele só me fez feliz", disse a noiva.

Este momento foi registrado pelo fotógrafo de casamentos Dwayne Schmidt, que mais tarde foi publicado em sua página no Facebook com a seguinte legenda: "Eu fotografei muitos casamentos. Esta foi uma das melhores coisas que eu já presenciei ao fotografar. Antes da cerimônia e antes que eles se vissem, Caleb fez uma oração por seu casamento e suas vidas. IMPRESSIONANTE!"

Atualmente o casal está em lua de mel, e posteriormente irá retornar à Jacksonville, na Carolina do Norte, onde está localizada a base na qual Caleb serve.

Franklin Graham: 'Ensinar que não há diferença entre meninos e meninas é uma mentira'




 Graham reforça a necessidade do envolvimento de cristãos em todas as áreas da política.
Escolas Públicas de Virgínia, nos Estados Unidos, estão se preparando para ensinar sobre o tema da identidade de gênero nas salas de aula, incluindo aulas sobre a variação de gênero e a aplicação da ideia de que nenhuma criança nasce 100% menino ou menina.

"Ensinar que não há diferença entre meninos e meninas nada mais é do que uma mentira", disse Franklin Graham. "Somos diferentes porque Deus nos fez diferentes. Os distritos escolares não devem permitir que este veneno seja espalhado nas salas de aula!"

Graham afirma que a situação em Virgínia reforça a necessidade do envolvimento de cristãos em todas as áreas da política, especialmente a nível local.

"Este é um grande exemplo que mostra porque os cristãos devem se envolver na política em todos os níveis: em nossas comunidades, cidades e nação", ele continuou. "Os cristãos que defendem princípios bíblicos nos conselhos escolares poderiam ajudar a pôr fim em iniciativas ultrajantes como esta."

"Vamos lutar para ter os nomes dos cristãos nas cédulas e trabalhar para fazer a diferença no futuro da nossa nação", disse ele. "Para o bem dos nossos filhos e netos."

Pastor Marco Feliciano celebra vitórias de Marisa Lobo e Silas Malafaia: "Juntos somos fortes"




Na última segunda-feira (25), o deputado federal Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) publicou um vídeo em seu canal oficial do Youtube, no qual comentou a recente vitória da psicóloga cristã Marisa Lobo, que se livrou novamente de ter seu registro cassado pelo Conselho Federal de Psicologia e também do Pastor Silas Malafaia, que anteriormente teve uma conquista semelhante diante do Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro.

Segundo Feliciano, estes dois casos são exemplos claros de profissionais cristãos, que sofreram com um tipo de perseguição religiosa, promovida pelo movimento LGBTT.

"Precisamos mostrar aos intolerantes que não nos afrouxaremos. As vitórias que tivemos, Pr. Silas, Dra. Marisa e eu, provam que se resistirmos, o inimigo recuará e terão derrota após derrota!", disse o parlamentar.

Pastor Antônio Carlos Costa mostra indignação com a FIFA e as autoridades governamentais




Rio de Paz em protesto contra a Copa em 2014
Sete dirigentes da FIFA foram presos na manhã desta quarta-feira (27), em Zurique, na Suíça, acusados de corrupção.

Entre os presos estão três brasileiros: o ex-presidente da CBF José Maria Marin, José Hawilla e José Marguilies, também conhecido como José Lázaro.

Às vésperas da Copa do Mundo de 2014, a ONG Rio de Paz, liderada pelo pastor Antônio Carlos Costa não poupou esforços para fazer forte oposição à realização do evento esportivo no Brasil.

Hoje, após a notícia da prisão dos representantes da FIFA e do escândalo da organização, o pastor publicou um nota em sua página no Facebook intitulada 'Fifa roubou também o Brasil'.

Indignado, Antônio escreveu que se sentia diante de um problema moral:

"Nossas autoridades públicas investiram fortuna de dinheiro público numa competição esportiva de quatro semanas, oferecendo isenção de impostos tanto à Fifa quanto a todas as empresas patrocinadoras do mega evento. O país das comunidades sertanejas, favelas e que agora está cortando recursos destinados à educação!, ignorou a miséria do povo e mostrou ao mundo as razões pelas quais, historicamente, somos os campeões mundiais em desigualdade social -a incapacidade da classe governante de priorizar o que deve ser priorizado: o pobre."

Em seu texto, o pastor desabafa ao dizer que sua vontade é fixar cartazes em locais públicos das cidades-sede da Copa 2014 e na frente do Palácio do Planalto com a frase: 'Exigimos que a classe governante brasileira peça perdão ao pobre'.

Além dessa, outra faixa em Zurique, no quartel-general da FIFA, escrito: 'FIFA: devolva o dinheiro do povo brasileiro'.

Presidente da ONG Rio de Paz, Antônio Carlos Costa tem por base a Palavra de Deus em busca de uma sociedade mais justa, com a valorização do ser humano.

Como é a vida de um adolescente na Síria?




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Samuel é líder de uma igreja em Aleppo, uma cidade no norte da Síria, não muito longe da fronteira com a Turquia. Ele se reuniu com adolescentes de sua cidade para perguntar a eles como estavam lidando com a guerra e como eram suas vidas no dia a dia. O grupo era composto por Abel*, Dani* e Josh*.

Como é um dia normal pra vocês?
A: Chato. As coisas não fazem nenhum sentido. Todo dia é o mesmo tédio de sempre. Não há nada para fazer por nós e não há lugar para ir a não ser para a escola - se a situação permite. Não há nada além, nada de novo.

O que assusta vocês?
J: Bombas e foguetes.


D: A morte súbita de bombardeios e foguetes.
A: Para ser ferido de explosões e tem que ficar na cama. Eu me preocupo com a morte de minha família, de bombardeios e, em seguida, ficar sozinho. Além disso, a escuridão.

Quais são seus planos para o futuro?
D: Estudar e cursar uma pós-graduação na universidade e, em seguida, encontrar um emprego para trabalhar e ganhar a vida em um país pacífico.
A: Eu gostaria de continuar meus estudos em um país ocidental, para ter uma vida melhor. Além disso, eu gostaria de ter meu próprio negócio.

Qual é o seu sonho?
D: Ver a paz na nossa cidade. Realmente, eu gostaria de viver em país pacífico, onde não há guerra. Estamos cansados da guerra e da situação instável; queremos ir a um país seguro.
J: Eu sonho em ter um amigo fiel e uma vida alegre cheia de emoção.

Onde Deus está em sua vida?
A: Sinto Deus comigo na maior parte do tempo. Através dos milagres vemos que ele está nos protegendo. Mas eu tenho perguntas: o que acontece com aqueles que estão morrendo ou ficando feridos por causa de foguetes? Onde está Deus para eles?

O que vocês fariam se eu desse pra vocês 50 euros (aproximadamente R$150)?
J: Eu iria salvar metade, porque estamos em uma situação de guerra e nós não sabemos o que vai acontecer. Gostaria de tentar ajudar as crianças muito pobres.
D: Eu ia comprar algumas coisas novas pessoais e talvez eu daria uma parte do dinheiro para a igreja, para que eles para ajudar os necessitados.

Pedidos de oração
Peça a Deus pela segurança desses adolescentes e suas famílias que vivem em um futuro extremamente incerto.
Clame para que a igreja local seja testemunho vivo do amor de Jesus para que muitos venham a conhecer a verdadeira esperança.
Suplique a Deus pelo fim da guerra e da violência na Síria.

*Nomes foram alterados por motivos de segurança.

Pelo menos 63 igrejas foram atacadas na guerra civil da Síria




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Em quatro anos de guerra civil na Síria, pelo menos 63 igrejas foram destruídas ou danificadas, segundo o Syrian Network for Human Rights (Rede Síria pelos Direitos Humanos, tradução livre) – organização não partidária que visa documentar e divulgar as constantes violações dos direitos humanos na Síria. Eles afirmam que o governo sírio foi responsável por quase dois terços dos ataques. Forças da oposição foram responsáveis por 14, grupos extremistas islâmicos (Estado Islâmico e Al-Nusra) por sete e aproximadamente 40 foram provenientes do governo de Al-Assad.

“Os cristãos e as igrejas sofreram como todo o povo sírio. Mísseis, armas químicas e bombas não diferenciam cristãos de não cristãos”, disse o porta-voz da Rede Síria, Dr. Wael Aleji.

As acusações e a atribuição de culpa pelos ataques cometidos ficam cada vez mais complexos. Em um relatório da Rede Síria, publicado no início de maio, o ataque intencional do governo a uma igreja em Kasab foi questionado. Segundo uma fonte local, quem, de fato, atacou e queimou a igreja foi o grupo Al-Nusra.

No entanto, os grupos extremistas, as forças do governo e a oposição são acusados por ataques propositais contra as igrejas, e não aleatórios. Os três também são suspeitos de violar leis internacionais, usando igrejas como bases militares.

Enquanto isso, apenas o Estado Islâmico é acusado de destruir e também de queimar quatro igrejas, mas todos são acusados de saquear e quebrar itens das igrejas.

"Após a ascensão e expansão de grupos extremistas islâmicos (...) cristãos ficaram presos entre o fogo do governo Al-Assad e o inferno dos grupos extremistas", diz Aleji.

Motivos de oração
Ore pelo fortalecimento da Igreja na Síria, nesse momento de fragilidade e sem esperança.
Sabemos que a igreja não é simplesmente um local para culto ou uma construção. Por causa disso, ore pelos membros das igrejas. Que eles brilhem a luz de Jesus, mesmo nesses dias difíceis, nas comunidades em que vivem.
Ore para que surja uma solução pacífica para a guerra civil na Síria.

Migrantes da etnia Rohingya recebem ajuda das Filipinas




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Na última semana, mais de 3.000 refugiados da minoria Rohingya muçulmana de Bangladesh e de Mianmar desembarcaram na costa da Indonésia, Malásia e Tailândia, mas foram forçados a voltar para o mar. Estima-se que 5.000 pessoas estão desaparecidas. Elas fugiram da perseguição e da pobreza de seus países, mas agora enfrentam doenças e fome no mar.

Um diretor de uma agência missionária nas Filipinas compartilhou com a agência de notícias Mesiona Fides sobre a notícia de que o governo do seu país está pronto para prestar assistência ao povo Rohingya: "É nosso dever acolher essas pessoas. Vamos garantir a eles uma vida decente. Eles são seres humanos e filhos de Deus, criados à imagem e semelhança de Deus."

Ele disse que o fato de serem muçulmanos "não cria nenhum problema", acrescentando: "Como o evangelho nos ensina, estamos prontos para oferecer a eles hospitalidade."

Os Rohingyas, considerado pela ONU como uma das minorias mais perseguidas do mundo, são um povo muçulmano - é por isso que eles são perseguidos tão duramente pelo governo budista de Mianmar. Alguns deles conhecem e seguem a Jesus, mas são perseguidos até mesmo por seu próprio povo. Em Mianmar, que ocupa a 25ª posição na Classificação da Perseguição Religiosa 2015, a Portas Abertas tem trabalhado com os cristãos ex-muçulmanos Rohingyas, mas esse é um trabalho muito perigoso e precisa ser discreto. Certa vez, um cristão local disse: "Se as pessoas erradas descobrirem que estamos oferecendo ajuda a eles, seremos linchados."

Cedendo à pressão internacional, a Malásia e a Indonésia disseram que também oferecerão abrigo temporário para 7.000 migrantes, organizando missões de busca e salvamento, mas deixaram claro que não podem aceitar mais pessoas, além das que já estão em alto mar.

Depois de uma reunião com o ministro das Relações Exteriores da Tailândia, a Malásia e a Indonésia disseram em uma declaração conjunta que "a comunidade internacional deverá ser responsável por providenciar para a Malásia, Indonésia e Tailândia apoio financeiro, a fim de que possam fornecer à população Rohingya abrigo temporário e assistência humanitária".

Há algumas semanas, a organização não governamental Human Rights, acusou as marinhas das três nações asiáticas de jogar "um jogo de três vias de ping-pong humano". Phil Robertson da Human Rights Ásia disse: “O mundo vai julgar esses governos pela forma como eles tratam estes homens, mulheres e crianças tão vulneráveis.”

Onda de calor na Índia já matou mais de 1,1 mil pessoas



Onda de calor na Índia já matou mais de 1,1 mil pessoasAltas temperaturas devem continuar no país pelos próximos dias

A onda de calor que afeta a Índia há uma semana já matou mais de 1.100 pessoas e deve prosseguir nos próximos dias.

O sul do país é a zona mais afetada e a que registra o maior número de vítimas, sobretudo entre entre os operários, os sem-teto e os idosos.

Em Nova Délhi, a meteorologia prevê que a temperatura deve permanecer ao redor dos 45ºC até a próxima semana, o que complicará ainda mais a situação das pessoas que vivem ao ar livre.

"As temperaturas máximas não devem cair de forma substancial. Mas esperamos melhora a partir de 2 de junho, com a chegada de fortes chuvas", disse Brahma Prakash Yadav, do Departamento Indiano de Meteorologia (IMD).

Os hospitais permanecem em alerta para tratar as vítimas da onda de calor nos estados mais afetados. As autoridades aconselharam que as pessoas não saiam às ruas e permaneçam hidratadas.

Em Andhra Pradesh, o estado mais afetado, pelo menos 900 pessoas morreram desde 18 de maio.

No estado vizinho de Telangana, onde a temperatura atingiu 48 graus no fim de semana, mais de 200 pessoas morreram em uma semana.

Centenas de pessoas, essencialmente as mais pobres, morrem a cada verão na Índia. Dezenas de milhares sofrem com os cortes de energia elétrica.

O setor elétrico da Índia, a terceira maior economia da Ásia, não tem linhas suficientes e sofre com a constante insuficiência de fornecimento.

Os indianos aguardam agora com ansiedade o início da temporada de chuvas de monção, especialmente os agricultores. As chuvas devem começar no final do mês em Kerala (sul), mas demorarão várias semanas para chegar às planícies áridas do norte do país.

Estado Islâmico é expulso de regiões cristãs por forças curdas e suas aliadas



  Estado Islâmico é expulso de regiões cristãs por forças curdas e suas aliadasDesafio agora é a quantidade de explosivos que os jihadistas deixaram na região

As forças curdas e seus aliados expulsaram o Estado Islâmico da região de povos cristãos de Al Hasaka, na província nordeste síria, nesta quarta-feira (27).

"Recuperamos o controle de um total de 221 povos de Al Hasaka, entre eles os 15 onde vivem os assírios (um grupo étnico de credo cristão)", disse Kino Gabriel.

Kino é comandante do Conselho Militar Siráaco Sírio (CMSS), uma milícia cristã rebelde que colabora com os soldados curdos.

Ele explica que o ataque aos jihadistas foi em cooperação com a coalizão internacional e que uma das complicações enfrentadas agora é a grande quantidade de minas e explosivos que o Estado Islâmico deixou para trás.

Um ano após a sentença de Meriam, a perseguição continua a aumentar




 Um ano após a sentença de Meriam, a perseguição continua a aumentar


No dia 15 de maio, completou um ano que Meriam Ibrahim foi condenada a chibatadas, por adultério e a morte, por apostasia

Quando Meriam foi declarada inocente de todas as acusações e liberta da prisão em 25 de junho de 2014, a população sudanesa teve esperança de que a liberdade de religião ou crença, tão escassa nesse país, mudaria através da campanha por sua libertação.


Mas, no dia 1º de julho, menos de uma semana depois, o governo do Sudão destruiu a Igreja Sudanesa de Cristo, em Cartum. A justificativa para a ação é que o governo pretende usar o terreno para a construção de habitações para pessoas de baixa renda.

Não satisfeito, no mesmo mês, um ministro do governo disse que os cristãos já tinham igrejas suficientes e proibiu a construção de novas. O país é de maioria muçulmana, mas, oficialmente, deveria permitir a liberdade religiosa.

No mês seguinte, em agosto, a Igreja Central de Cartum foi fechada pelo governo, pois o edifício foi registrado como escritório, mas era usado como um local de culto. Ao levarem a certidão de propriedade aos oficiais, os líderes da igreja se depararam com uma noto assinada por um membro sênior da igreja que declarava que a propriedade poderia apenas para ser usada como escritório e não como local de culto. Suspeita-se que ele assinou o depoimento sob pressão e lhe foi dito para não contar a ninguém.

Até então, os membros das igrejas destacadas estão sem lugar para culto.

Em outubro, divulgamos uma nota de que os advogados da cristã Meriam Ibrahim desafiam a lei de apostasia do Sudão. As leis postas em discussão condenam a conversão à outra religião que não seja o islamismo.

O Sudão, em 2014, era o 11º colocado na Classificação da Perseguição Religiosa, uma lista anual publicada pela Portas Abertas dos 50 países onde viver como cristão é quase impossível. Neste ano, o país subiu para o sexto lugar.

Cristãos indianos continuam cautelosos com relação ao primeiro-ministro Modi




 Cristãos indianos continuam cautelosos com relação ao primeiro-ministro Modi


Ele tomou posse do cargo em 26 de maio de 2014, após o partido Bharatiya Janata Party ganhar as eleições parlamentares

Para marcar o primeiro aniversário de seu governo, no último dia 26 o primeiro-ministro indiano Narendra Modi declarou que o mundo está "otimista e entusiasmado com as oportunidades a serem exploradas que a Índia tem para oferecer". Mas Roger Gaikwad, Secretário Geral do Conselho Nacional de Igrejas na Índia comentou a declaração: "Não temos nada para comemorar. Pelo contrário, temos razões para estar preocupados."

Modi fez essa declaração otimista em um pano de fundo com 77% de índice de aprovação do seu governo, segundo uma pesquisa do jornal Times of India. Mas os cristãos e outras minorias religiosas estão certos em ter uma visão diferente em último ano do governo. Em março, um grupo de líderes religiosos minoritários emitiu um relatório que para documentar os mais de 600 casos de violência, sendo 168 contra cristãos e o restante contra muçulmanos.

"O primeiro ano do primeiro-ministro Modi não indica nada de bom para os próximos quatro anos. O ano que passou foi um grande desafio para as minorias (religiosas)", disse Gaikwad World Watch Monitor.

"O futuro não pode ser previsto tão convidativo assim", disse John Dayal, ativista cristão e porta-voz do United Christian Forum, organização formada após os relatórios de intimidação e de violência às minorias religiosas se tornarem constantes.

"Tem sido executado um plano popular de identidades, uma tentativa incessante de criar uma divisão entre ‘nós’ e ‘eles’: demonstrações de ódio por parte do governo e dos ministros, ameaças de membros do Parlamento e de políticos estaduais."

"O governo está preocupado que o país fique com uma má fama e que os relatórios sobre os ataques tenham um impacto negativo", disse um líder cristão ao World Watch Monitor.

Modi tomou posse do cargo em 26 de maio de 2014, após o partido Bharatiya Janata Party ganhar as eleições parlamentares. O partido é construído sob conceitos hindus. "Modi chegou ao poder com um plano de desenvolvimento e luta para conseguir isso", disse Dayal ao World Watch Monitor. "Mas a mensagem é bem diferente da realidade. Ele se tornou um líder contemporâneo de uma comunidade e não de uma nação."

Apenas em Delhi, meia dúzia de igrejas têm sido alvo de ataques incendiários e arrombamentos. Além da violência visando às minorias religiosas, políticas governamentais têm atingido os pobres.

"Investimentos para os programas de saúde, de educação e de bem-estar foram reduzidos, o que é também uma questão de preocupação para as igrejas", disse Dayal.

No Congresso, o partido de oposição também culpou o governo Modi de "negligência dos setores sociais". "A agricultura, educação, saúde e os pequenos comerciantes, que representam a espinha dorsal da economia, têm sido postos de lado", disse Kapil Sibal, líder sênior do partido da oposição no Congresso.

26 de maio de 2015

Vem aí Marcha para Jesus no Rio de Janeiro; saiba mais



Imagem: Divulgação
Dia 30 de maio, às 15h, está marcada mais uma edição da Marcha para Jesus no Rio de Janeiro. Uma das novidades neste ano é que ao invés de caminhar até a Cinelândia, o público vai se concentrar na Central do Brasil, como de costume, e, depois seguirá em direção à Praça da Apoteose. No local, diversos cantores evangélicos se apresentarão. A mudança no trajeto foi necessária por causa das obras de revitalização que acontecem na Avenida Rio Branco.

De acordo com o pastor Silas Malafaia, um dos organizadores da Marcha para Jesus, o objetivo deste ano é clamar a Deus por mudanças no momento atual que vive o Brasil: “Para este ano, nós estamos com uma temática que interessa a todo brasileiro evangélico e envolve esse panorama conturbado do país. Estamos em favor da família e contra a corrupção”, afirmou.

Ainda segundo pastor Silas, esta é a chance de todos poderem se posicionar e se manifestar contra questões do governo que abalam os evangélicos: “Eu espero que esta seja a maior marcha da história. Não podemos desistir das demandas da nossa sociedade. A marcha não é de igreja nenhuma, a marcha é do povo de Deus”, declarou.

Uma mega estrutura com palco, iluminação e telões de LED será montada para que o dia 30 de maio fique marcado na história do Rio de Janeiro por todos os evangélicos.

Se organize, monte sua caravana e participe! Outras informações no site www.marchaparajesusrio.com.br.


Muçulmana que fugiu de casa depois de se converter revela que ainda vive com medo




Rifqa Bary, ganhou as manchetes americanas em 2009, quando fugiu de sua família muçulmana depois de se converter ao Cristianismo. Seis anos depois de sua fuga, ela escreveu um livro e revela que ainda vive com medo, mas não se arrepende de sua decisão.

Nascido no Sri Lanka, Rifqa se mudou com sua família para os Estados Unidos em 2000, quando tinha 8 anos de idade. O suposto objetivo era procurar tratamento médico depois de um acidente com um avião de brinquedo, que a deixou cega no olho direito.

Aos 12 anos, Rifqa se tornou uma cristã secreta. Quatro anos depois, quando seus pais muçulmanos descobriram sua conversão, a adolescente fugiu da casa em Ohio, e buscou refúgio na Flórida.

Agora Rifqa tem 22 anos, é uma estudante universitária de filosofia e vive em um local não revelado por medo de represálias.

Em seu livro, "Hiding in the Light" (Se Escondendo na Luz, em tradução livre), disponível apenas na versão americana, a jovem revela que foi molestada quando criança por um membro de sua família - um incidente que motivou seus pais a deixarem o Sri Lanka e se mudar para os Estados Unidos.

"Em algumas culturas muçulmanas, como a minha, esse tipo de violação é uma grande desonra," Bary explica. "No entanto, a pena não está ligado ao agressor; mas é lançada sobre a vítima".

"Então eu não só eu era vista aos olhos dos meus pais como uma cega imperfeita, mas era também uma desgraça vergonhosa para o nome da família Bary. Minha simples presença manchava o mais importante de tudo - a honra da nossa família".

Depois que as autoridades descobriram a identidade de seu pastor e o ameaçou, Rifqa se entregou à polícia e passou dois dias atrás das grades. Seu pai ameaçou matá-la por causa de sua conversão, e sua mãe ameaçou mandá-la para uma instituição de deficientes mentais no Sri Lanka.

Ao retornar para Ohio, Rifqa foi diagnosticada com um raro tipo de câncer de útero, e foi dado a ela um ano de vida. Depois do tratamento de quimioterapia e várias cirurgias para retirada do tumor, Bary foi curada.

Hoje ela tenta levar uma vida normal, mas diz que o medo de retaliação está sempre perto. "Eu ainda sinto que minha vida está em perigo", diz ela. "Eu não vivo com medo o tempo todo, mas eu ainda tenho que ser sábia e prudente." Rifqa Bary, ganhou as manchetes americanas em 2009, quando fugiu de sua família muçulmana depois de se converter ao Cristianismo. Seis anos depois de sua fuga, ela escreveu um livro e revela que ainda vive com medo, mas não se arrepende de sua decisão.

Nascido no Sri Lanka, Rifqa se mudou com sua família para os Estados Unidos em 2000, quando tinha 8 anos de idade. O suposto objetivo era procurar tratamento médico depois de um acidente com um avião de brinquedo, que a deixou cega no olho direito.

Aos 12 anos, Rifqa se tornou uma cristã secreta. Quatro anos depois, quando seus pais muçulmanos descobriram sua conversão, a adolescente fugiu da casa em Ohio, e buscou refúgio na Flórida.

Agora Rifqa tem 22 anos, é uma estudante universitária de filosofia e vive em um local não revelado por medo de represálias.

Em seu livro, "Hiding in the Light" (Se Escondendo na Luz, em tradução livre), disponível apenas na versão americana, a jovem revela que foi molestada quando criança por um membro de sua família - um incidente que motivou seus pais a deixarem o Sri Lanka e se mudar para os Estados Unidos.

"Em algumas culturas muçulmanas, como a minha, esse tipo de violação é uma grande desonra," Bary explica. "No entanto, a pena não está ligado ao agressor; mas é lançada sobre a vítima".

"Então eu não só eu era vista aos olhos dos meus pais como uma cega imperfeita, mas era também uma desgraça vergonhosa para o nome da família Bary. Minha simples presença manchava o mais importante de tudo - a honra da nossa família".

Depois que as autoridades descobriram a identidade de seu pastor e o ameaçou, Rifqa se entregou à polícia e passou dois dias atrás das grades. Seu pai ameaçou matá-la por causa de sua conversão, e sua mãe ameaçou mandá-la para uma instituição de deficientes mentais no Sri Lanka.

Ao retornar para Ohio, Rifqa foi diagnosticada com um raro tipo de câncer de útero, e foi dado a ela um ano de vida. Depois do tratamento de quimioterapia e várias cirurgias para retirada do tumor, Bary foi curada.

Hoje ela tenta levar uma vida normal, mas diz que o medo de retaliação está sempre perto. "Eu ainda sinto que minha vida está em perigo", diz ela. "Eu não vivo com medo o tempo todo, mas eu ainda tenho que ser sábia e prudente."