23 de setembro de 2014

Homenagem ao pastor Silas Malafaia termina em confusão devido a manifestação de ativistas gays

Na última sexta feira a Câmara Municipal da cidade de Niterói (RJ), homenageou o pastor Silas Malafaia com o título de cidadão niteroiense. Porém, a cerimônia de entrega do título se terminou em confusão e confronto devido a uma manifestação feita por ativistas gays.
Com cartazes e palavras de ordem, manifestantes invadiram o plenário da Câmara e subiram na mesa da presidência para atrapalhar a entrega do título de cidadão niteroiense a um representante do religioso, que não compareceu à cerimônia por motivos de saúde. Malafaia foi representado por um de seus assessores, o candidato a deputado federal Sóstenes Cavalcante.
Formado por integrantes do movimento LGTB da cidade, o grupo de manifestantes tentava impedir a entrega do título ao representante de Malafaia acusando o religioso de incitar a homofobia.
Por causa da confusão, policiais do 12º BPM (Niterói) foram chamados para garantir a realização da sessão, que aconteceu na Presidência da Câmara.
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Pelas redes sociais, o pastor Silas Malafaia comentou a manifestação, classificando-a como um ato de “intolerância do ativismo gay” contra ele. Classificando a atitude dos ativistas gays como “safadeza” Malafaia afirmou ainda que os evangélicos nunca impediram nenhuma homenagem a qualquer gay, da forma que tentam fazer contra ele.
- Gostei muito da intolerância do ativismo gay contra mim. É uma pena que eu não estava lá! – escreveu o pastor no Twitter, ao comentar sobre o ocorrido, dizendo ainda que “a prova da estupidez daqueles que não aceitam o debate de ideias”.
 Os intolerantes que não respeitam ninguém, querem respeito. Estou falando do ativismo gay. (…) Por favor, peço ao ativismo gay que continuem assim, só acima sociedade fica sabendo quem são os verdadeiros intolerantes – ressaltou Malafaia.
- Imagine se um grupo de evangélicos impedisse uma homenagem a um gay. Toda a imprensa estaria dizendo que é homofobia, quando eles fazem, pode. – questionou o pastor, que finalizou afirmando que “para o ativismo gay, toda opinião contraria as suas práticas é homofobia”.