23 de agosto de 2014

Explosão deixa feridos no centro de São Paulo


Ao menos dez pessoas ficaram feridas e foram socorridas, diz Comgás.
Vazamento de gás ocorreu em frente a pensão, cuja fachada foi destruída.




Uma explosão devido a vazamento em um duto subterrâneo de gás deixou ao menos dez pessoas feridas e danificou um imóvel na região central de São Paulo na madrugada deste sábado (23), segundo as assessorias de imprensa da Polícia Militar e da Companhia de Gás (Comgás). De acordo com a corporação e com a empresa, a explosão ocorreu em uma pensão na Rua do Glicério, na Liberdade.
Mais de dez equipes de resgate do Corpo de Bombeiros foram enviadas ao local para socorrer os feridos. Segundo o Corpo de Bombeiros, quatro pessoas ficaram feridas gravemente e seis tiveram ferimentos leves. Todos os feridos eram moadores da pensão. A Comgás diz estar prestando "todo o auxílio a quem se machucou".
Duas pessoas que ficaram gravemente feridas foram encaminhadas ao Hopistal das Clínicas. As outras oito vítimas foram levadas ao Hospial Mandaqui e à Santa Casa.
Ao menos quatro quarteirões em volta do local da explosão foram interditados por questões de segurança, segundo a Defesa Civil. A fachada da pensão ficou parcialmente destruída.
De acordo com a Comgás, a explosão ocorreu por volta das 5h, quando uma equipe técnica da empresa já estava no local para conter um vazamento, que começou perto das 2h40. A Comgás diz ter recebido "um chamado de cheiro de gás na Rua do Glicério, esquina com a Rua Barão de Iguapé". 
A companhia realizava os reparos quando a explosão aconteceu há 30 metros do local do vazamento. A pensão não era cliente da Comgás.
"As vítimas foram prontamente atendidas e o fogo foi controlado", segundo a Comgás, que diz que as causas da explosão ainda são apuradas. Uma das hipóteses é que alguma faísca tenha entrado em contato com o gás que vazava no subsolo do estabelecimento.
A pensão fica em duas casas germinadas nos números 741 e 746 da Rua do Glicério. O espaço tem 28 quartos. Moradores entraram nas casas com representantes da Defesa Civil para retirar os pertences de maior valor. A casa corre o risco de desabar.