8 de abril de 2013

NOTICIAS MUNDO


Ao menos 15 civis morrem em 


bombardeios no leste de Damasco


Pelo menos 15 civis morreram neste em bombardeios a leste de Damasco, segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), enquanto o Exército anunciava uma ofensiva contra enclaves rebeldes nas imediações da capital.
Os civis mortos, entre os quais havia três mulheres e uma jovem, perderam a vida nas cidades de Jisrin e Kafar Batna, 8 quilômetros a leste de Damasco, e no setor localizado entre essas duas localidades, indicou o OSDH, uma organização não governamental, com sede na Grã-Bretanha que se baseia em uma ampla rede de informantes.
Em um comunicado divulgado pela agência de notícias Sana, o Exército sírio anunciou que sitia os enclaves insurgentes a leste de Damasco, no setor de Ghouta Oriental, cerca de 50 quilômetros a nordeste da capital.

Surto de gripe aviária na China não é motivo de pânico, diz OMS


Manifestantes de topless 
protestam durante visita de 
Putin à Alemanha


Ativistas do Femen causaram tumulto em evento com Putin e Merkel.
Uma das mulheres chegou a metros dos dois, gritando contra 'ditador'.


Putin e Merkel estavam no estande da montadora alemã Volkswagen, ao lado do presidente da empresa, Martin Winterkorn, quando quatro mulheres avançaram em direção ao local aos gritos de "Fuck dictator!", classificando o presidente russo de "ditador". Uma das ativistas do Femen, grupo feminista de origem ucraniana que costuma fazer manifestações com os seios à mostra, chegou a apenas metros de Putin e Merkel, mas foi contida por seguranças.
O presidente e a chanceler inauguraram o Salão na noite de domingo (7), quando a chanceler alemã pediu a Putin e a Rússia uma "oportunidade às organizações não governamentais e às múltiplas associações das quais sabemos, aqui na Alemanha, que são um motor para a inovação".
A declaração foi uma referência às operações na Rússia contra várias ONGs internacionais, incluindo fundações políticas alemãs.
Merkel e Putin também homenagearam as vítimas do nazismo em um cemitério para trabalhadores forçados perto de Hanover, onde estão enterradas 386 vítimas assassinadas pela Gestapo em 1945, incluindo 154 russos.
Putin e Merkel posam dentro de um carro durante a feira em Hanover (Foto: Ronny Hartmann/AFP)
Mulher com os seios à mostra é barrada ao tentar se aproximar do presidente russo (Foto: Jochen Lübke/DPA/AFP)

Vladimir Putin e Angela Merkel deram entrevista durante a visita em Hanover (Foto: Odd Andersen/AFP)


Coreia do Norte anuncia retirada de seus trabalhadores de complexo industrial


A Coreia do Norte anunciou nesta segunda-feira (8) que vai retirar temporariamente todos os seus trabalhadores do complexo industrial de Kaesong após seis dias nos quais bloqueou o acesso de funcionários sul-coreanos a este conjunto de fábricas que fica em seu território e é o único projeto em vigor entre as duas Coreias.
O secretário-geral do Comitê Central do Partido dos Trabalhadores, Kim Yang-gon, anunciou a "suspensão temporária das operações do complexo" e acrescentou que o regime está considerando seu fechamento permanente, em declarações coletadas pela agência estatal KCNA.
Cerca de 54.000 empregados norte-coreanos fabricam produtos para 123 empresas da Coreia do Sul no complexo industrial de Kaesong, que representa uma importante contribuição de divisas ao regime de Kim Jong-un.
O representante norte-coreano, que hoje realizou uma incomum visita ao complexo em plena crise política, acusou a Coreia do Sul de insultar a dignidade de sua nação e declarou o governo do país vizinho "completamente responsável" pelo que acontecer em Kaesong no futuro.
A contundente decisão de Pyongyang, que deverá ser confirmada nos próximos dias, aconteceu quando se completam seis dias desde que o regime totalitário de Kim Jong-un proibiu a entrada no complexo industrial de trabalhadores e veículos sul-coreanos, permitindo apenas as saídas.
Esta medida alterou as atividades normais de Kaesong, e até hoje 13 empresas tiveram que cessar sua produção devido à falta de provisões e outros problemas relacionados com o fechamento da passagem fronteiriça.
A Coreia do Norte iniciou no começo de março uma intensa e prolongada campanha de hostilidades contra Seul e Washington, que incluiu desde contínuas ameaças de ataques armados até declarar nulo o armistício da Guerra da Coreia (1950-53) ou o atual anúncio de retirada de funcionários de Kaesong.
As duas Coreias abriram o complexo em 2004 como o mais importante projeto de cooperação econômica entre Norte e Sul. Desde então e até a atual crise de Kaesong, apesar dos diversos episódios de tensão nas relações intercoreanas, Pyongyang só tinha cortado o acesso ao complexo industrial em uma ocasião, cinco anos atrás, e o fez apenas durante um dia, o que reflete a gravidade da atual situação. 

EUA se preparam contra ataque da Coreia do Norte. Conheça o arsenal do exército ianque


A Coreia do Norte, que vem ameaçando os EUA nos últimos dias com ataques utilizando "meios nucleares modernos, leves e diversos", conta com 1,2 milhão de militares em serviço ativo e com ao menos 5 milhões de reservistas. 

Em caso de um conflito armado, esse Exército vai encontrar do outro lado a Coreia do Sul, que conta com o "guarda-chuva nuclear" norte-americano. 

Conheça um pouco melhor os equipamentos que os Estados Unidos disponibilizaram para os aliados sul-coreanos e como o Exército ianque planeja se defender de Pyongyang