25 de março de 2013

Último acusado da morte de Stênio Mendonça tem julgamento adiado
O último acusado de participação na morte do delegado de Polícia Civil Stênio José Mendonça, em maio de 1997, na Avenida Litorânea, em São Luís, Máximo Moura Lima, teve o julgamento por júri popular adiado para 14 de maio. Máximo seria julgado na manhã desta segunda-feira, mas a defesa, que instituiu um novo advogado que alegou não ter conhecimento sobre o caso e pediu mais tempo sendo acatado pelo juiz titular da 2ª Vara do Tribunal do Júri, Gilberto de Moura Lima.

Na sexta-feira (22) o acusado dirigiu expediente à 2ª Vara do Tribunal do Júri de São Luís, revogando os poderes do advogado Manoel Pedro Paz da Costa e constituindo o advogado José Augusto Ferreira Martins para defendê-lo no júri popular.

Além de marcar nova data para o julgamento, o juiz Gilberto de Moura Lima já designou um defensor público para atuar na defesa do réu.

O crime
Máximo Moura seria o proprietário de um dos veículos utilizados na execução do delegado Stênio Mendonça. As investigações apontaram que o carro era dirigido pelo acusado que, acompanhado de Claudenil de Jesus Silva, o Japonês, fez o monitoramento e apoio aos executores, inclusive para lhes dar fuga

Ele deveria ter sido julgado em agosto do ano passado, mas em virtude da licença para tratamento de saúde do promotor Willer Siqueira Mendes Gomes, que atuaria na sessão do júri, o julgamento foi adiado. Claudenil de Jesus Silva, o Japonês, já foi julgado e condenado pela participação no crime.